quinta-feira, novembro 02, 2006

Em Lençóis

AQUELA NOITE EM LENÇÓIS quando eu me encontrava em maus lençóis, em que todo grito não dizia apenas uma palavra, eu vos confesso: cansado ao extremo de toda loucura mundana e no limite das minhas forças, pedi para morrer. Apenas mais um somado à infinita substancialidade. Eu me banhei nas águas frias do rio que além da sobriedade de um cartão postal também esconde certa tristeza. Depois, me deitei em uma pequena gruta como se aquele fosse o berço ancestral de minha existência e novamente não fiz questão de viver. O sono dos justos não me acolhe há tempos. Já não me lembro a ultima vez que dormi em paz e as pessoas me perguntam porquê. Arrebatadora zona de conflito...
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Ein von die viel

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