terça-feira, fevereiro 26, 2008

tout jour

Cheguei a um ponto tão intenso de negação e abominação do meu passado com Mildred que, inevitavelmente, fiquei doente. Tão doente que melhor seria evocar o poema-de-porta-de-banheiro que Rimbaud recitava:

Estive doente
estou doente
Das coisas
e da vida

De negação a mim mesmo, de como foi possível, de como eu me permiti que tudo acontecesse. Hoje pensando em como é intolerável suportar as conseqüências de um erro por um ano. As conseqüências de uma atitude errada posto que somos imor(t)ais.

Afirmo mais uma vez uma pequena vez quais são os sentimentos de uma separação. De uma história mal vivida e mal curada, impotência, fracasso, derrota, perda.

Sofro por ser tão apaixonado por tudo que me faz mover os desejos. Por isso amo tão profundamente a minha dor e me entrego a ela de várias formas e sou somente dela.
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Um comentário:

Anônimo disse...

Não, essa ainda não é a sua resposta.

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