terça-feira, maio 20, 2008

descobri






Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.


V. de Morais

que é impossível lutar contra o amor
mas sim, se reformular corpo/alma/mente
para lutar pelo amor.

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4 comentários:

Menina do mar disse...

hum... mais que românticos que estamos por aqui...
beijos e bom dia!

Cris Moreno disse...

Você sabia que o romantismo ficou conhecido como a era da razão? Parodoxo.

Bom dia Gus. Também estou lutando pelo meu amor. Todos os dias mato uma filosofia. E vou voando.

Beijos.
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Cris Moreno disse...

Gus, está tudo bem? Espero que sim.

Boa noite.

Papagaio Mudo disse...

Na última fase do romantismo acredito que haja um fundo de razão no que se refere ao abolicionismo (exaltação da natureza, 2ª característica). Destaca-se nesse período o poeta Castro Alves. Espumas Flutuantes, his masterpiece.

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