segunda-feira, maio 12, 2008

Tchékov Wahrnehmungen

a verdadeção vista de dentro pra fora, meu mundo é poetizar. O mundo é moderno, meu mundo é primitivo. A realidade já é demasiado seca e amarga para batizar com doçura as palavras. A minha verdadeção vê de viés, pois quando encaram estarrecidos, novos tons, novas nomenclaturas, novos perceptos de futuro, novas abstrações e antigas formas de pensar, insurgente iconoclastia, paradigmas sendo criados, fabricados, substituídos, meus olhos vêem cognição avandgard as idéias de alguns pensadores (futuristas da vida humana) da semiologia. Capta a intercomunicação, a interface, a força, a capacidade e o poder de desmoronamento das relações recíprocas, a debilidade em criar relações humanas reais, no sentido físico material da palavra. Por meio da rede, que se interliga por cabos fixos, fios ou satélite, nos conectamos via Internet. Mas existem outras redes com concepções muito parecidas, redes de trabalho que se interligam, redes de pensamento (a força maior do ser humano, a cognição) perceptos (a noção de sensação de percepção) de um pensamento, afectos. Sociedade cresce rizomaticamente como um gengibre, para todos os lados e de forma orgânica organizada e aparentemente caótica, a partir de uma rotatividade vertical, mas linearmente pela questão do Tempo. A vida (do taxista, do homem universal) não apenas é uma acenóide como também têm variações de fluxo e refluxo em todas as direções em proporções geodésicas e em micro proporções. Mas ao anoitecer, a vida desse ser humano tende a se abrandar, se acalmar e dormir. Sedada pelo o sonho. Esse é um percepto meu de “como as coisas são”. Nos textos tento criar ambientação para uma dor um lamento, uma homenagem, uma alegria, toda essa (noção de sensação de) percepção.
>¨<

6 comentários:

Menina do mar disse...

«...meu mundo é poetizar...»
Adorei!
beijos e boa semana ;-)

Papagaio Mudo disse...

Gostou?
pois assim que vivo a vida...rs
sorria!
beijos,

>¨<

Cris Moreno disse...

Gengibre...que interessante, Gus. Você tem razão, ele não tem centro, o gengibre! Caramba, você escreve como Woody Allen.

Beijos.
<">

Papagaio Mudo disse...

Olá Cris,

O rizoma se compara à agua que corre mais rápida pelo rio, à partícula de ligação entre o "penso e por não poder duvidar e por não poder duvidar que estou pensando, logo, eu existo"
é o que une o raciocínio cartesiano e não ele próprio.
é a estrutura de vida/matéria/Deus/alma/mundo.
beijos,

>¨<

Papagaio Mudo disse...

fünf "5"

Ja

>¨<

pedro disse...

essa elaboração de redes de pensamento/perceptos/afectos interessa aprofundar... bora papa gaio: acompanhando esse caminho!!! abraço cara