terça-feira, junho 10, 2008

baby

Eu sento na janela do meu quarto no terceiro andar com as pernas pra fora pra ver o pôr do sol e converso com o papagaio que está na janela debaixo. Ele grita
__ôôô Gustaaavo! - e eu respondo
__Oi Loro, como foi seu dia?
__Gáááalooo! e assim conversamos meio sem nexo meio sem plexo.
__Canta aquela que eu gosto.
__FufifufufuFiu...
e eu vejo o ocaso do sol. vejo com os olhos de quem enxerga um novo horizonte além das montanhas, do alto do morro. estamos em dois picos distantes.
meu anjo, eu gostaria muito de me apaixonar por você, mas meus pensamentos agora estão intima distante e secretamente ligados à uma tedesca. Não conseguiria te fazer de cúmplice dessa dor que é só minha, você não merece, percebe? não preciso passar por isso também. hoje recebi um telefonema que gostaria d compartilhar com você, mas essa é uma conquista íntima. Como diz meu amigo Léo É por isso que valem os anos de estudo. deixa o tempo, que é e vai além da contagem dos dias e das horas, se encarregue de ser remédio para todos os sonhos rococó, um anjo barroco. Deixa quem sabe um dia eu desço desse topo do mundo, o meu Everest particular e vamos passear no vale. Alegria corre solta do vale da alegria. dia após dia, dia após dia. Sabe? sei bem quem eu sou. quero agora ser suficientemente amável afim de ser amado por virtudes adquiridas a médio prazo, percebe?, agora tudo é a consolidação da volta do espírito ao corpo promovendo a expansão da vida consciência. responsabilidades com o mundo real tangível e colorido.
Se eu faço algum esforço para não machucar alguém, devo agir agora e sempre assim da forma mais difícil. aceitar não é meu forte, mas hoje mas vai ser o que será.
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Um comentário:

Papagaio Mudo disse...

essas palavras perderam o sentido...

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