segunda-feira, julho 28, 2008

fiscalização

Para o meu querido pseudo-ser eu não acho que existam pessoas na face da terra que estejam aqui só para fazer peso e consumir água. Para começar esse monólogo que pode se transformar em diálogo pela rede sendo que mergulhou na minha alma como dizes, e porque nada disso vistes? como se fizesse algo escondido, algo definitivo? Fiz ao ser claro e cavalheiro em ouvir suas palavras “levanta as mãos pro céu” como se a vida me houvesse abandonado nesse mundo tão grande e nessa cidade tão irritante e pequena em todos os sentidos. Como se me conhecesse a mile-ano pra falar assim comigo que também me senti constrangido. Ouça um pouco de jazz bem calmo, leia um bom livro, tome um bom vinho à luz da lua, seja menos over e mais in. quem sabe assim? eu possa ter um pouco de sossego e paz nessa sua micro guerrinha astral. acalma sua alma relaxa seu corpo. deixa que me queimem na fogueira da santa inquisição beagantina. grita gargalha de loucura atiça a lenha! venha se queimar. vou pra rua e bebo a tempestade, baby. Bebo a tempestade e isso nem foi um tremor de terra, não se abale. Aprende com o silêncio, fala!

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3 comentários:

g disse...

devolvo sua unhada no olho com um beijo no rosto, singelo.

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thais disse...

aiaiaiai, mim comigo, se consigo, sigo. velho trocadilho!

gostei do post!

Papagaio Mudo disse...

onde você viu isso?
velho, só se for pra você, velho fantasma do passado.

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segue seu rumo!