quarta-feira, outubro 29, 2008

Echoes

Overhead the albatross hangs motion
less upon the air
And deep beneath the rolling waves
In labyrinths of coral caves
The echo of a distant time
Comes willowing across the sand
And everything is green and submarine.

And no-one called us to the land
And no-one knows the wheres or whys
But something stirs and something tries
And starts to climb towards the light

Strangers passing in the street
By chance two separate glances meet
And I am you and what I see is me
And do I take you by the hand
And lead you through the land
And help me understand the best I can

And no-one calls us to move on
And no-one forces down our eyes
And no-one speaks and no-one tries
And no-one flies around the sun

[guitar solo]

11 comentários:

roserouge disse...

Ah, Pink Floyd! Adorei. Que saudades, ouvir isto transporta-me para um tempo em que tudo parecia tão fácil! E o Richard Wright que morreu aqui há semanas, coitadinho. Eu amava o David Gilmour, que homão, hein?! Pink Floyd forever, olha que surpresa boa, papagaio! Bjs.

renata.ferri disse...

Você está frenético em inspiração, hein, meu guru.
Me gusta, gusta.

*Se meu blog for processado, posso contar com seu pai, que é juiz de direito?

küsse!

Papagaio Mudo disse...

Que bom que ainda surpreendo as pessoas. Muito bom, Roserouge. O Gilmour, sim, maior inveja daqueles cabelos loiros ao vento. Ele é mesmo um tipo.
Sabe, esse video foi gravado em segredo. Somente a equipe de produção participou e presenciou. A mim ele transporta às cidades gregas, onde penso um vez ter vivido. Erupções de uma lembrança.

>¨<

roserouge disse...

Vai-se a ver e o Apolo eras tu...

Papagaio Mudo disse...

É a tua hirta ignorância onde esteve
meu dorso limitado pelo fogo
Norma de amor te dei, homem de Apolo
Pranto de rouxinol alienado,
porém, pasto de ruína, te afiavas
para os breves sonhos indecisos.
pensamento de frente, luz de ontem,
índices e sinais do acaso.
Tua cintura de areia sem sossego
atende somente rastros que não escalam.
Mas eu hei de buscar pelos rincões
tua alma tíbia sem ti que não te entendes
com a dor de Apolo detido
com que rasguei a máscara que trazes
Ali leão, ali, fúria do céu
deixar-te-ei pastar em minhas faces
ali cavalo azul de minha loucura
(...) Federico Garcia Lorca

roserouge disse...

Tens sempre resposta pra tudo, ó Papagaio...

Papagaio Mudo disse...

Dear Roserouge,

Quisera ter as respostas para as perguntas mais óbvias. Mas, como diz o poema-oração da Clarisse Linspector

"(...) faze com que eu não Te indague demais,
porque a resposta seria tão misteriosa quanto a pergunta,
faze com que eu receba o mundo sem medo,
pois para esse mundo incompreensível nós fomos criados e
nós mesmos também incompreensíveis (...)"

fragmento completo(?) no post
http://papagaiomudo.blogspot.com/search?q=Alivia+a+minha+alma

Beijos,

>¨<

ps: vale a pena ler esse poema antes de dormir, em voz baixa... com bastante fé.

Papagaio Mudo disse...

e só pra lembrar,

Poética I

De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.

Vinícius de Moraes

roserouge disse...

Liiiiiindo!! Palminhas!

Papagaio Mudo disse...

Danke!

>¨<

Papagaio Mudo disse...

Rimbaud no deserto, dizia.

>¨<