quinta-feira, julho 31, 2008

Pixie

Eu tô feliz, e você? qual felicidade desejamos?

Irmãs - Tyger Hutchence, filha de Paula Yates com Michel Hutchencecom e Pixie Geldof, filha caçula do primeiro casamento de Paula com Bob Geldof.


Quem não se lembra do Bob Geldof protagonizando The Wall, filme antológico do Pink Floyd que dispensa apresentações. A grande celebridade desse casamento era a Paula Yates que faleceu em 2.000, aparentemente de overdose de heroína. Ficou famosa na década de 80, na Inglaterra como apresentadora de TV. Ela seria como a Marília Gabriela do Reino Unido. Ícone Pop erótico, também era escritora. Blonde (Loiras) destaca-se como sendo seu best-seller. Contêm uma mistura de auto crítica e humor britânico. Os nomes das filhas que teve com Bob são muito legais. Fifi Trixibelle, Peaches Honeyblossom e a mais nova Pixie.
Depois casou-se com outro ídolo pop, dessa vez o australiano Michael Hutchence, quem teve uma filha Tiger Lily Hutchence. Morto em 1997, Michael Hutchencecom poderia estar vivo hoje se não fosse por seu romance com Paula Yates, dizem seus fãs e alguns articulistas da imprensa Londrina. Quando Paula Yates morreu, Bob Geldof foi aos tribunais pedir a guarda de Tyger Lily para que fosse criada com as três meias-irmãs, o que de fato aconteceu.

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bizzar bazzar

Brick Lane Market, Londres

Hotel Bazar Eslavo - extraído do conto Os Mujiques de Tchékov.
Refere-se à necessidade de estrangular renovar reavivar com a perda de antigos conceitos e a reciclagem a criação e a coragem de abordar um tema novo woodoo bizarro lindo cheiroso certo certinho imaculado sagrado. A busca pelo belo na modernidade, na toy arte na vida que se debruçam sobre aspirações inconscientes do ego que nós transforma em meninos adultos com maneiras formas estruturas métodos distintos de colorir o mundo. A pálida idéia de estarmos salvos. O Bazar Eslavo propõe que sejamos contra a palidez de consciência, alienação que afeta negativamente o seu vizinho.
O nosso publico é todo-mundo. Esse tudo-mundo, que junto se acostumou à solidão de si mesmo e de um conjunto unitário e nunca reclama. Todo mundo que use calça ou vestido. Mas prioritariamente as meninas e meninos da moda que estão “ligados” estudando fazendo pensando ou produzindo moda. Público que consome e participa, pois a moda é isso - sem querer restringir a moda à roupa. Considerando todo o processo produtivo e a ciranda econômica e social que ela gera até chegar à roupa que vestimos. Pensar que a moda é tão importante quanto qualquer outra coisa- arquitetura, dança, teatro, cinema, bricolagem - construção civil, barcos - indústria naval, óculos escuros, design e tudo que é evidenciado no mundo instantâneo, imagético. Até o calçado que você é obrigado a usar nas ruas. Reunir pessoas que fazem e acontecem e querem porque de bundinha o mundo está cheio.
osculo da vovó
mercado das pulgas, conceito: traga o velho e saia com um novo . A idéia é que todo mundo que vier encontre uma coisa legal para comprar, levar pra casa, sair usando, e que as pessoas que produzem moda, sob o crivo do olhar matador dos pensadores franceses radicados em brasilândia e comem fat cake. Sejamos racionais, apesar da febre da emoção... Sejamos emotivos por razões óbvias e racionais. Somos brasileiros, somos felizes.
Em que momento, tangenciamos para a esquerda ou pra a direita? em que movimento nós perdemos? falo da visão limitada de mundo, aqui nas montanhas de Minas, envergonhada, pudica, tradicionalista. Sejamos tradicionalistas iconoclastas para quebrar a imagem de um mundo estagnado em décadas e leituras pontuais, casuísticas, anos 80, 90, 2.000... ?
Gente como eu que não ando mais com caneta, mas a mente aberta para absorver toda influorescência energética para tingir aqui algumas captações, veste, usa e não se acomoda. Do Pop americano ao fado lusitano, de Briget Bardô a Bob Dylan, de Audrey Hepburn -bonquinha de luxo ao undergroud Suíço... Seja uma festa!
omminis

avenida, NY

quarta-feira, julho 30, 2008

terça-feira, julho 29, 2008

Heuters



Viver é um hábito de consumo!

Como habitar esse hábito? como viver? se o animal que logo somos tem percepção de sua nudez. O filósofo francês Jacques Derrida discorre a nudez do animal, sobre o ser, o ato de existir... e chega ao animal autobiográfico. Vestido, mas consciente nem tanto. Assim, como o brasileiro é um povo notoriamente vaidoso resolvi escrever. Principalmente as mulheres, vão opinar sobre isso, pois verão como são diferentes os hábitos masculinos, como os hábitos são diferentes. Variando com a renda, a idade, a cor dos cabelos, o signo, a estatura, a novela... e por aí vai. Hoje fui às compras, tentando me lembrar da ultima vez que comprei uma peça de roupa. Eu mesmo “faço arte” em cima das minhas camisetas lisas brancas ou de qualquer cor, sempre há uma tinta que combina. O amarelo, por exemplo combina com marrom que combina branco, ponto! as cores do bem-te-vi. E agora que estamos sugando o pop das cores artificiais? será que ainda tem lugarzinho pra mim? Bem, saí sem lembrar qual foi a ultima vez. Gosto das cores chocantes. A Alemanha agora adotou esse estilo nas ruas, ou as ruas adotaram a Alemanha (?) com essas cores para fugir da segregação comunista, cinza muralha-de-chumbo. O fato é que, o Saara continua o mesmo e para isso vale o bom-e-velho káfia (também conhecido como lenço árabe) para proteger o ouvido (pergunte a qualquer mochileiro). No fim das contas, ou melhor, das compras, voltei pra casa com duas camisas xadrez de tricoline, bem old shcool, uma verde outra azul. Isso lembra os garotos do surf na Califórnia (que por sua vez foi influenciada pelos grunjes de Seatle, sua moda cosmopolita é um show de horrores - do fio-dental rosa choque ao turbante muçulmano) que voltaram a usar as roupas dos avôs, anos 30 e seus pais anos 50. Há então quem diga que Old is cool! e nós repetimos em coro! vejam a tricôtagem de nossas avôs (beleza, delicadeza, combinação e equilíbrio) e comparem aos gorros da Virginia Bastos ou da Diva Zappa, filha do Frank e me digam se não é “legal”. Lembro-me que as peças são roupas ou vice-versa, que denunciam seu comportamento consigo mesmo e com os outros que estão ao redor, seu trabalho, sua vontade - de aparecer, mostrar posição social enfim, me olham de cima a baixo e ninguém sabe quem eu sou, as vezes sou jornalista, as vezes sou baiano, pernambucano, bicho-do-mato... não deixe que te coloquem rótulos, mude sempre as etiquetas, compre em lugares onde você nunca foi... China, Austrália, Egito, Indonésia...

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mixTape

Alguém lembra?
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Consciêcia

Consciência
é ter noção do sol
e nosso instinto profundo
de não ir contra o sol

D.H.Lawrence

Covardes


Em toda a criação, somente o homem se esconde e tem medo da vida.
Somente o homem fica aterrorizado com seu próprio esplendor e delícia.
somente o homem fica agoniado com necessidade de ser algo melhor do que é,
pobre verme mental.

Talvez os dentes e as presas do mamute tenham ficado muito grandes,
assim como os cornos do extinto alce gigante,
devido ao medo do inimigo desconhecido;
talvez eles tenham-se extinguido devido ao medo,
como deve acontecer com o homem.

oneworm by

D.H. Lawrence

Pessoas

gosto muito das pessoas
a uma certa distância.
Gosto de vê-las passando, passando
e seguindo seu próprio caminho,
especialmente se vejo a solidão estampada nelas.

Ainda assim, não desejo que elas se aproximem.
Se elas me deixam em paz
posso ainda ter a ilusão de que existe espaço suficiente
no mundo.
D.H.Lawrence

segunda-feira, julho 28, 2008

Technikart


Mademoiselle est en kiosque à Paris... click here

Technikart

Technikart présente
Antonin Artaud sur le téléphone cellulaire. picoler en paix, visionner

dress cold Bob Dylan

Acima, a lista dos confluentes hollywoodianos, para não dizer seguidores. Porém, se viram por bem não usar os chapéus de cowboy, nem seguir o estilo cowntry q Bob Dylan nunca negou. O que não entendem é que Dylan sempre foi um caipira folk undergroud. Nos últimos anos marcou de vez o estilo no cool - com seu chapéu azul prateado e bigodinho ralado.

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was ist das?

Groβmama Haus

É verdade Mildred, que ainda lembro-me de você nas horas vagas. outro dia me vi no espelho um outro eu e lembrei de um outro você que não era você, sim uma mulher que amei mas, como a sua imagem ainda está ligada àquela mulher que me preencheria. Como combater essas moções, Mildy? Tenho estado feliz por te esquecer, tenho sido feliz sem você, embora esteja triste. Penso que está tentando e vai conseguir ser uma pessoa melhor, com os homens e as pessoas, em geral elas são boas, não as julgue. Não estive com você por sua beleza por sua voz por seu sexo por sua língua por sua inteligência por negligência por sacanagem por culpa por medo por tentar resgatar o que pensam que eu sou e o que eu realmente nunca fui, você sabe. Embora meio engasgado, que minha estima nunca esteve em baixa nem contigo nem comigo. Desculpas Mildred, pela milésima vez te peço desculpas já tão desgastadas já não significam nada, porque agora quem se compraz nesse chorinho apertado sou eu. Imagens antigas me vêem a cabeça imagens antigas e desbotadas e, aos poucos, não resta nada mais para lembrar- é o fim, e tudo recomeça mas fica mais desbotado desgastado e doce, mas você, minha querida, já pos uma pedra em cima disso. q não conhece o céu...

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fiscalização

Para o meu querido pseudo-ser eu não acho que existam pessoas na face da terra que estejam aqui só para fazer peso e consumir água. Para começar esse monólogo que pode se transformar em diálogo pela rede sendo que mergulhou na minha alma como dizes, e porque nada disso vistes? como se fizesse algo escondido, algo definitivo? Fiz ao ser claro e cavalheiro em ouvir suas palavras “levanta as mãos pro céu” como se a vida me houvesse abandonado nesse mundo tão grande e nessa cidade tão irritante e pequena em todos os sentidos. Como se me conhecesse a mile-ano pra falar assim comigo que também me senti constrangido. Ouça um pouco de jazz bem calmo, leia um bom livro, tome um bom vinho à luz da lua, seja menos over e mais in. quem sabe assim? eu possa ter um pouco de sossego e paz nessa sua micro guerrinha astral. acalma sua alma relaxa seu corpo. deixa que me queimem na fogueira da santa inquisição beagantina. grita gargalha de loucura atiça a lenha! venha se queimar. vou pra rua e bebo a tempestade, baby. Bebo a tempestade e isso nem foi um tremor de terra, não se abale. Aprende com o silêncio, fala!

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domingo, julho 27, 2008

Ditirambos modernos


Mario Cohen: Mas, qual é o teu trabalho?

Oliviero Toscani: Meu trabalho é de fazer imagens, porque vivemos em uma sociedade que precisa de imagens. Faço imagens que colocam em discussão o velho sistema, como fizeram os pintores. A mostra de Picasso, em 1925, foi recusada no Grand Palais, de Paris, porque não foi aceita. Duchamps provocou a arte ao pôr um piso acima de uma cadeira. Não se pode dizer a Duchamps: “qual é o seu trabalho?” “Colocar um piso alto sobre uma cadeira ou ser um artista?” O meu trabalho é pôr em discussão o meu trabalho, coisa que os publicitários nunca fazem. Estão seguros da sua verdade.

Mario Cohen, presidente e diretor de criação da Futura Propaganda.
Oliviero Toscani, fotógrafo italiano que provocou polêmica e fortes reações por ter usado imagens chocantes nas campanhas publicitárias da Benetton.
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Toscani


Trecho da entrevista feita com Oliviero Toscani no programa Roda Viva da TV cultura, publicitário que fez as campanhas mais escandalosas da Benetton.

Francesc Petit: Eu gostaria de fazer um comentário que vai... Ele pensa isso dos publicitários, e eu acredito que ele pense realmente, porque ele tem muita experiência, antes de ser publicitário, com publicitários, porque no país dele se faz a pior publicidade do mundo. Não há um país no mundo que a publicidade seja tão ruim como na Itália. Ruim em todos os sentidos, eticamente, feia, de mau gosto e os empresários odeiam os publicitários. Há uma relação horrorosa entre publicitário e empresário. E, por isso, ele não gosta, porque ele tem uma cultura do país dele. Isso não tem nada a ver com o resto do mundo. Acontece que ele pegou um cliente que é absolutamente maluco, que gosta de ficar pelado. Então esse cliente não existe. Se ele saísse na rua procurando cliente, ele não pegaria nenhum com essas campanhas dele. Ele tem um cliente que é maluco, que fica pelado para todos os jornais e revistas do mundo, e que ele patrocina, e que paga para ele aparecer na televisão, nos jornais. O que ele gosta não é de publicidade, o que ele gosta é de aparecer, o que ele gosta é de escândalo, o que ele gosta de ser visto nos jornais de todo o mundo, e de ganhar prêmios que não tem nenhuma importância, inclusive.

Oliviero Toscani: Posso responder porque, até ontem, não sabia que viria aqui. Não queria aparecer. Fui convidado pela TV brasileira. O jornal deste senhor [aponta Caio Túlio] me telefonou, certa vez, em Roma, questionando o porquê de eu fazer publicidade desse modo. Talvez lhe interessasse saber porque faço publicidade desse modo. Se a mídia se interessa é porque tem interesse no que eu faço. Por mais que se faça publicidade tradicional como ele, ninguém se interessa. O fato de a Itália ser um país de péssima publicidade é quase um cumprimento, porque a Itália entendeu que não é preciso fazer boa publicidade e imbecilizar as pessoas. Não é verdade que só trabalho na Itália, com as campanhas da Benetton. Tenho trabalhado para os Estados Unidos, França, Inglaterra. Creio que sou mais internacional que você.

ps: Publicitário, Francesc Petit é diretor sócio, ou melhor, o P da DPZ.

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ver revista Colors Ag. Fábrica

Old calligraphy

Querida vovô,

Me agrada ver as suas críticas por estarem sempre conectadas à sua pequena e pouca leitura comparado aos alfarrábios de leituras densas que nem mesmo posso citar porque não sei. Conheço apenas alguns autores russos que me agradam, gosto dos marginais Jean Genet e foda-se se eu cito referências, pois a sua própria referência me constrange saber que desejo enfim fazer parte da classe e jamais escreveria sobre literatura, quanto mais a “dos outros”, digo, meus contemporâneos. Talvez por medo de repreensão mais que por comparação sendo que me comparas ao Paulo Roach q nem sei quem é nem me interessa saber detesto autores ingleses. O que você acha dos métodos de ensino no interior da Irlanda? Melhor que o dia nasça mesmo assim, cândido. Que descansem no dia do descanso que se (dis)traiam que se divirtam sem sair de si sem verter si – mesmo sorvendo toda cultura que passa no meio do gol com um sorvete na mão.
Beijos do seu netinho-de-oiro,

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para meu anjo

sábado, julho 26, 2008

che arrivare


Volto a entediar-me, mormente com as coisas fúteis lendo Tchekov. absolutamente neutro aos seus relatos enfim. perco-me nas palavras duplas perco-me na sua artilharia. nem sei como defender-me... se vem pelo uma granada de mão (que tampouco vai me atingir) ou uma sorrateira pilha de nada, reclamando da pura estúpida nudez e nossa rouca chula mudez brincando sozinho somos ilha, em poucas troças e muitas doses. Se velho disser - nem devo ir por isso desejo, desejo, desejo viver. saúde! o golpe, de volta para a praia quando pensava que estava indo pro mar. cuidado! você navegador pensa que vai com segurança, que agora só depende de você? calma nessa dança a malandanza um dia te alcança e vai castigar seu acordo e quebrar seu castigo com Dádá. serpentear com as mãos e os pés frios as mãos e os pés pescoço como a locomotiva de Denver. correndo nas sombras do sol no barco devir congelante. Não vou agüentar qualquer solenidade até que morte nos separe no amor ou na tristeza na saúde ou na dor na crise ou nA Obra no Café no posto na rua e de mochila nas costas. Ciao banbine io me parto che arrivare en la terra mia sono bizono.

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Vogue


Vogue men's fashion
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Zeichnungen gespeichert

japanish james dean
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Vogelfrei

Liberté in London

photos by: Thaís Weick

quarto minguante

Gustavo diz:
A lua nasceu!
Gustavo diz:
cara...!
Gustavo diz:
linda,,,
Gustavo diz:
põe a foto que brilha
Gustavo diz:
seu rosto
Gustavo diz:
brilha lua
Gustavo diz:
um
Gustavo diz:
sorriso
Gustavo diz:
amarelo
Caio Campos diz:
brilha lua amarela seu rosto
Caio Campos diz:
põe a sua foto de desgosto
Gustavo diz:
a fábula é muito boa
mas é aqui!

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sexta-feira, julho 25, 2008

aqui

de que adianta tudo isso agora?
de que adianta terminar assim?
ai que saudades que eu tenho da Amélia... deixem-me chorar as dores do mundo. Lembrei daquele você loira-dos-olhos-verdes naquelas montanhas frias da alta Alemanha. daquele corpo que amei. Tens razão morena Moreno, melhor é viver os clichês do mundo, comer uma comida bem gordurenta, assistir um filme na TV... proteger-nos da nossa própria incompetência, essa necessidade de mirar coisas fúteis, de se não entediar com entretenimento ao invés de se entreter com nada como venho fazendo. prisioneiro de nossas próprias barreiras, criadas ou fabricadas, nada de forma simplória. desmistifica a saborosa fama Seu corpo robusto, sua tez e me reconforta amar na plena luz do dia, durante uma jornada, reavivando. Paisagem de dor na aurora dos tempos em que abandonei. Em que me deixei doer e agora chega! deixa partir novamente deixa ir pra nunca mais voltar e nunca mais te olhar o rosto. daqui para espaço do meu Tempo, daqui para acalmar meu chôro. diz que não demoro, diz que estou sozinho, diz que fui por aí.

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segunda-feira, julho 21, 2008

uivando em Cochabamba

A respeito de que, sou página arrancada da Bíblia em noite de suor e canto de procissão na beira da praia. Pequeno almoço sem companhia na sala fria o cheiro dos moribundos, percebe?, como quase nada se encaixa nesse caleidoscópio de realidade? da sala até a cozinha até minha cama. A lua murchando no céu do inverno como se fosse dele. A machucação do frio está doendo menos do que a ferocidade daqueles ventos turbulentos que passaram.
acalmaria
calmaria
Call Maria
mãe santíssima
Hai-kaindo de cansaço morto absorto solto perdido pleno com os olhos vidrados ancorado deitado na cama como um Buda da quinta dimensão. O silêncio silencio conforme vão caindo gotas de palavras, conforme vão saindo e enquanto você não estiver a salvo eu não estarei a salvo e agora você está inteiramente mergulhada no caldo total animal do tempo. O vagabundo beat louco angelical do Tempo. A lua sobe murcha- a paisagem de janelinhas piscando compõe o cenário urbano da sua gentileza, assim deixado aqui para o que houver para ser dito e reerguendo-se reencarnados, na roupagem fantasmagórica do jazz no espectro do trompete dourado, no coração absoluto do poema arrancado pra fora do corpo.

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ponto



Adeus

Maria Clara

semana de moda em Berlin

Fonte: Berliner Zeitung
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hummm

Buchada de BodeIngredientes
Vísceras de um cabrito (bucho, tripas, fígado e rins) 4 limões grandes Sal e pimenta-do-reino a gosto 3 dentes de alho esmagados 4 cebolas picadas 1 maço de cheiro verde picado 2 folhas de louro picadas 2 ramos de hortelã picados 1 xícara de vinagre 2 colheres de sopa de azeite 200g de toucinho fresco picado Sangue coagulado do cabrito
Modo de Preparo
Limpar as vísceras, retirando a cartilagem e o sebo. Limpar o bucho e esfregar o limão por dentro e por fora. Deixar de molho em água fria com o suco de um limão por 5 h. Picar em tirinhas as tripas e demais vísceras. Temperar com sal, pimenta-do-reino, alho, cebola, cheiro verde, louro e hortelã. Juntar o vinagre e deixar descansar. Aquecer o azeite e adicionar o toucinho, deixando em fogo baixo até derreter, formando torresmos. Retirar os torresmos e na gordura que se formou refogar todas as vísceras. Juntar o sangue coagulado já picado e retirar do fogo. Retirar o bucho do molho de limão, aferventar inteiro. Colocar o refogado de vísceras e os torresmos no interior do bucho e costurar com agulha e linha. Levar ao fogo uma panela com bastante água e sal e deixar ferver. Colocar o bucho e cozinhar em fogo brando durante 4 h. Servir com molho de pimenta forte e farinha de mandioca crua.

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extraído do livro As mais famosas receitas das nossas avôs

domingo, julho 20, 2008

Confissão

Achava melhor não escrever sobre Mildred - a garçonete desbocada da peça do Maughan (A Ética) da Servidão Humana, a camponesa singela de olhos verdes. Mesmo assim, tenho aqui a oportunidade de retribuir com palavras o mal que nessa vida me causou. História do passado que quero simplesmente desprezar. História do passado que começou de forma simbólica, com um coração desenhado no braço à caneta. Uma pessoa de pensamento raso, limitado por um copo de cerveja (era tudo que fazíamos), que não conhece a sofisticação, o prazer, de coisas boas da vida. Como estar pleno de si, seja só ou em companhia de bons amigos. Um livro, o pôr do sol, águas e montanhas. Eu e você, minha flor, vivíamos no Himalaia com elegância e plenitude - nas pequenas coisas, grandes alegrias. Grandes altitudes e uma atitude simples. Com muito pouco éramos felizes (e não faço apologia à miséria, talvez ensinando a ser feliz). Na pobreza de espírito é que se almeja grandes futilidades. Os pobres de espírito devem evoluir. Escrever sobre Mildred é amplificar a voz da ignorância. Vivi uma história desagradável da qual me sinto vítima, da qual faço parte. De uma manipulação mesquinha em que minha necessidade básica de respirar ar puro não era atendida ou respeitada. Seja feita a vossa vontade e ao vosso reino, nada. Suprimido, sufocado, deslocado naquela vila-submundo e, apesar de tudo, sinto-me mais seguro nesse castelo de cartas. Escrever sobre Mildred é dizer que ressoam vozes do passado de pensar a que ponto pode chegar esse processo de total desprêzo pela vontade do outro. Eu me sentia invisível, um simples objeto inanimado, parte da decoração. Como nos filmes antigos, onde as vítimas esperam de porta entreaberta a chegada do vampiro. É válido lembrar tais cenas? Não me venham com esse papinho psico-analisado de que nunca somos vítimas e somos nós que permitimos que nos façam sofrer. Certamente uma teoria racional um tanto obvia sendo que naquele momento estamos in loco vivendo. O amor é metafísico, subjetivo. Nem é preciso ser filósofo para entender o que não se entende. Psique correndo atrás de Eros fugindo de Psique, entre pragas e maldições. Por exemplo, faz-se uma lista de coisas boas e coisas negativas pra ver se vale a pena continuar namorando a pessoa amada, tentando ser racional. No final, as três únicas qualidades contam muito mais do que os vinte e tantos defeitos (entre os que te incomodam e os que são notórios) daquela pessoa. Sim, me deixei ser vítima, ser abraçado mais do que abraçar (e nem isso). Por caridade, por ter me compadecido de suas condições. Ter sido mãe muito nova - mãe solteira, por não ter tido pai por descuido da mãe, por viver com os avôs, por não concordar com a vulgaridade de quem sustenta o marido. Pensei que eu pudesse ser o antídoto dessa realidade. Enganei-me. Quis pagar o mal que lhe causei em outra vida, quando a deixei em terras geladas com nosso filho nos braços, em uma aldeia muito parecida com o contexto repressor e luterano em que vive hoje. Reflete-se no ódio que sente pelos homens. Quis retratar meu erro a todo preço, e obviamente falhei. Um amor patológico que nunca amei, confesso.

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Para minha borboleta do Himalaia,
minha artista inglesa.

quarta-feira, julho 09, 2008

Gestern war ich so allein

Como fazer? me dá uma chance. Começo e sou nada ou sou demais então sou nada, nada sou. Vejo a linda menina, um biscuit meio sem vitalidade, mas com toda potencialidade. Suave, meiga, bonita e inteligente – uma boa companhia. Roteiro de coisas boas. Cheiro de inspiração cheiro de um amor pulsante, pois a vida não vibra sem amor, finalmente temos que descansar nos braços do amor, querido Ginsberg. Mas me dê uma razão, pois não existe razão para coisas que meu intelecto tenta desbravar. Acho que, se não sinto dores ao acordar, já está tudo ok. Dores na alma machucam o corpo. E o corpo reage positivamente em auto defesa, apesar de- o fardo da vida ser o amor. E temos que carregá-lo, construí-lo. Obté-lo, rezar para consegui-lo, se esforçar, acordar cedo, ganhar dinheiro, vida própria. Ou melhor, pastorear campos distantes ovelhas invisíveis. Que não sejam homens nem super homens ou super mulheres. Como diria a Bruna Gil Não sou menos machista ou feminista por falar do homem, claro, e nem minha alma é menos negra tanto quanto branca, só porque disse claro. Sinto essas dores, Bruna Gil, ao mesmo tempo em que me vem uma coragem sei lá de onde (talvez venha desse instinto de preservação). Meu único medo agora é que se me esvaia essa coragem. Queria q o tempo passasse arrastado só pra ficar do seu lado conversando... conversando... e conversando. Vivendo.
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terça-feira, julho 08, 2008

entrevista inédita!

Nosso melhor repórter foi escalado para tentar tirar algumas informações sobre blogues, para a dissertação de mestrado do companheiro Hugo Lorenzo. Aproveitamos a oportunidade para mostrar, na integra, como foi o colóquio do blogueiro Caio Campos, conhecido também como Caiocito e que responde pelos Dublês de Poeta. Ele nós traz uma visão atualizada desse contexto. Um panorama do incontável grupo de pessoas que se comunicam, trocando informações através dos blogues. Produzem, colam figurinhas, dormem e comem-à-quilo na blogsfera. Degustando palavras de jovens desconhecidos, ou bebendo a última gota de fel da taça de ferro. Tudo isso, claro, no contexto virtual, figurado, mostrado e escancarado.
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Weisse Katze - vamos lá?
Dublês de Poeta - agora?
Weisse Katze - posso começar?
Dublês de Poeta – sim pode
Weisse Katze - right now
Dublês de Poeta - Sem maquiagem? é pra Woller? Pode trazer uma água com gás e limão e redigir o que eu falei em preto em branco?
W.K.
Você considera o blogue uma interface eficiente de comunicação, entre blogueiros e leitores?
D.P.
Eficiente eu não sei. Mas importante com certeza
W.K.
Porque importante?
D.P. A informação não pode ficar nas mãos de poucas pessoas. Todos tinham que criar um blogue. Como se fosse algo natural: é como se vestir para sair na rua.
W.K.
O que você acha da comunicação entre blogueiros e leitores? a caixinha de comentários?
D.P. Eu tive conhecimento dessa ferramenta "blog" em 2002, quando lia o portal de blogs do wunderblogs.com. Lá eu conheci pessoas que tinham pensamentos incomuns com o meu. Eu tinha medo de comentar, no início. Achava que ia dizer bobagem... É difícil quando você não consegue identificar uma linha de pensamento e/ou gosto político, musical, literário, enfim cultural. Eu pensava se eu era daquela turma mesmo ou se aquela turma iria me aceitar. Lia as postagens do Wunder e achava aquilo tudo engraçado, ao mesmo tempo sentia fortes anedotas internas... Que eu, por estar fora desconhecia.
Mas sempre achei que eram boas piadas, não tinha dúvida. É como você começar a ler um bom autor, no primeiro parágrafo você se dá de conta que está diante de um gênio, de uma grande personalidade que lutaria pela mesma batalha que você lutaria. (Risos)...
W.K.
Você enxerga o blogue como uma ferramenta de criação, produção cultural ou/e também um diário de figurinhas de adolescentes, ou seja, simples passa-tempo?
D.P. Essa comunicação é importante, esse reconhecimento em um mundo tão individualista, que ao mesmo tempo em que se massifica, cria vários tipos de possibilidades comportamentais. Para quem nunca se reconheceu na folha de São Paulo ou Estado de Minas... Nunca sentiu vontade de mandar uma carta para esses veículos... Nunca se interessou por esses veículos.
Existem pessoas que fazem jornalismo de passatempo, e outras colam figurinhas significativas. O blogue tem sua linguagem própria. Ele não é jornalismo. Se você lê um manual do jornalismo, escutar o ombudsman de qualquer veículo, vai ver que eles não têm noção do que é blogue.
O blogger é aquele hacker da informação, o hacker do entretenimento, da literatura, da comunicação. Ele usa o conceito e a ferramenta, mas é um programa e um jeito de fazer tão dinâmico. Como se a linguagem fosse um grande software aberto em mutação. Ele usa o conceito e a ferramenta, mas é um programa e um jeito de fazer dinâmico. Como se a linguagem fosse um grande software aberto e em mutação. Não existe um conceito para blogger. Ele pode ser várias coisas. Menos jornalismo.
W.K.
Por último, quais as vantagens do uso produtivo e as desvantagens da banalização?
D.P. Volto a dizer, porque ele usa o conceito e a ferramenta, mas é um programa e um jeito de fazer dinâmico. Como se a linguagem fosse um hipertexto vivo, com sons, ruídos, interferências. Não existe um conceito adequado, acertivo, conclusivo até então.
W.K.
Em geral, as fontes da internet não são confiáveis. Porque reiterar que o blog não é jornalismo?

D.P. A internet não é confiável, na mesma proporção que o jornal nacional também não é. O que e quem definem o que é confiável ou não, senão a sua própria percepção. Vá buscar! Existem sites de busca, grandes portais de comunicação, grandes bloggers que estão emitindo opiniões e noticias divulgando dados e eventos. Você vai buscando, vai clicando, vai se identificando com referências anteriores. Para saber, por exemplo, que não posso esperar informação e cultura de apenas um veículo de comunicação.
W.K.
Mas isso divide opiniões sobre o que é o Jornalismo, não acha?
D.P. Claro, há um teórico português de esquerda, como a maioria dos cientistas sociais, que afirma que a comunicação é um serviço social.
Como disse, existe o jornalismo do Truman Capote, do Hunter Thompson, do Chesterton...
Depois Chesterton abandonou e foi fazer ficção. Essa mistura de ficção e jornalismo para mim, hoje é um conceito ligado à comunicação social mesmo. O que você aprende na universidade foi filtrando em nome da imparcialidade e da padronização. O blog anda, ou navega, contra essa maré.
W.K.
Você sabia que o filme Tifany's Brekast (tradução, Bonequinha de Luxo) é baseado em um romance do Truman Capote? Não acha que o jornalismo literário está se tornando uma tendência?
D.P. Não assisti ao filme, mas vi uma referência no seu blog... Quanto ao jornalismo literário, existe entre outras, a revista Piauí, mas ela se declara de esquerda sem pudor, e levanta muita bandeira. Eu não gosto de quem levanta bandeira. Esse jornalismo de tendências cai numa idéia politizada que almeja guiar ou catequizar.
Jornalista é o sujeito que apolítico, e por isso pode criticar a política, entende?
O blogger é o hacker, ele rouba o conceito de jornalista, de crítico social, é um cara mais “antenado”. Quando ele fala de política, fala sem se dar de conta do que ele próprio é.
E por isso ele ultrapassa, ele consegue ir além de um jornalista...
Porque lê Deleuze, porque ele gosta de jazz e Elis Regina. Porque ele estava lendo os escritores russos e ingleses trancado no quarto enquanto a ditadura estava aí perseguindo os jornalistas. Machado de Assis é o melhor jornalista literário que eu conheço. Se você quer classificação, porque jornalismo literário pode ser Nelson Rodrigues falando dos brasileiros.
W.K.
Ok acabou. Obrigado pela sua colaboração e suas palavras que vieram engrandecer nosso conhecimento a respeito do mundo dos blogs (apelidada blogsfera) e a sua relação com o jornalismo e a informação.
D.P. Acabou? Agora que eu estava esquentando... Eu sou difícil... Pego no trampo... Minha memória é emocional, eu vou lembrando das coisas e isso me remte a fatos. Só consigo começar uma discussão quando esse fenômeno acontece... Quando há um sentimento a ser despertado e ainda existem pessoas que me chamam de niilista, conformista... Elas são anarquistas cheios de ideologias proudianas... Eu sou “do contra” por prazer. O jornalista é “do contra” por profissão, assim diria o Millôr Fernandes. Prazer que sai do mental e contagia o corpo. Você é muito mal humorado para um entrevistador... O meu forte é o humor. E nem perguntou sobre o humor dentro de qualquer manifestação cultural.
o humor no jornalismo, o humor no blogue.O humor é a coisa mais subversiva que inventaram, depois da caixinha de comments de um blog. Ele tem esse lance de responsabilidade social, como diz o Traquina. E diz que há uma relação semiótica entre jornalismo e democracia.
WK
ahm?
D.P.
Um dos fundadores da teoria das teorias do jornalismo.

“O blogger tem o papel de mostrar pra ele que o jornalismo nasce da desobediência civil.”
Henry Thoreau.

O jornalista é tão mau caráter, que na prateleira do instante, ele coloca o livro de Maquiavel do lado de Henry Thoreau. Isso é antiestético, antiético, anti-séptico. Você compreende isso? Eu sou poeta, compositor, escritor e jornalista... Uso todas as habilidades que eu supostamente tenho em um post.
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Moon River

Bonequinha de Luxo

segunda-feira, julho 07, 2008

Outras palavras minha filha

Nada dessa cica de palavra triste em mim na boca Travo, trava mãe e papai, alma buena, dicha louca Neca desse sono de nunca jamais nem never more Sim, dizer que sim pra Cilu, pra Dedé, pra Dadi e Dó Crista do desejo o destino deslinda-se em beleza: Outras palavras Tudo seu azul, tudo céu, tudo azul e furta-cor Tudo meu amor, tudo mel, tudo amor e ouro e sol Na televisão, na palavra, no átimo, no chão Quero essa mulher solamente pra mim, mais, muito mais Rima, pra que faz tanto, mas tudo dor, amor e gozo: Outras palavras Nem vem que não tem, vem que tem coração, tamanho trem Como na palavra, palavra, a palavra estou em mim E fora de mim quando você parece que não dá Você diz que diz em silêncio o que eu não desejo ouvir Tem me feito muito infeliz mas agora minha filha: Outras palavras Quase João, Gil, Ben, muito bem mas barroco como eu Cérebro, máquina, palavras, sentidos, corações Hiperestesia, Buarque, voilá, tu sais de cor Tinjo-me romântico mas sou vadio computador Só que sofri tanto que grita porém daqui pra a frente: Outras palavras Parafins, gatins, alphaluz, sexonhei da guerra paz Ouraxé, palávoras, driz, okê, cris, espacial Projeitinho, imanso, ciumortevida, vivavidLambetelho, frúturo, orgasmaravalha-me LogunHomenina nel paraís de felicidadania: Outras palavras
caetano . . .

Torres del Paine

Mira. . .
Guia local - chilote de sus 14 años . . .

Com admiração

Ventos fortes sopram vozes do passado. Assim como sinto o Uno estóico dessa indissolúvel vida. Vejo formas de terra rachada. Não sei escrever cursivo. Não gosto de cidade grande, sou feito rês desgarrada, sem viver contrariado. Um arranjo musical pode ser considerado paráfrase? Tradução pode ser paráfrase? Paródia> Minha terra tem palmares. Oswald. Tupy or not Tupy? Tudo isso difere do hipertextualismo? Somente na nomenclatura literária, pois o Piere Lévy indica e nos mostra outro conceito de hipertexto e de hipertextualidade, não que esse não seja um deles, mas não vigora, não “reina” como o único. Hipertextualidade somos eu / você - agora segunda e terceira qualidades do signo é porque é você está lendo e compreende? - a tela do computador. um mar de nuvens brancas, pode imaginar? Assim éramos dois a esperar o tempo melhorar e a chuva passar intermitente - ora fraca, chuvisco, chuvão. Embora não caíssem raios, sentia-se, nos pequenos choques elétricos com os objetos a energia estática do ar. Thaís construiu um altar na pedra, com bromélias e flores do campo. Por mais de cinco dias permanecemos ali, admirando o mar de nuvens brancas, como se estivéssemos no topo do mundo e pairávamos acima da realidade. Fomos embora com chuva sob névoa. Paramos encharcados e a escassez de tabaco para pernoitar, antes de descer a montanha. Ventos fortes pensando na descida, hoje minha querida amiga e montanhista e aventureira, senhorita Weick. Companheira fiel e consciente nas horas de maior dificuldade. Agradeço a oportunidade de homenageá-la.
mit Bewunderung

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diferenças?

estilíticas somente. . .