segunda-feira, junho 01, 2009

azar & lógica...

“Pasé mi infancia en una bruma de duendes, de elfos, con un sentido del espacio y del tiempo diferente al de los demás”


Entrevista conedida por ocasião do lançamento de O Libro de Manuel em 1973.


Júlio Cortázar, escritor de Rayuela (Jogo de Amarelinha) considerado a obra máxima do autor latino americano, inspirou um grande número de cineastas, entre eles o italiano Michelangelo Antonioni, cujo longa-metragem Blow-up foi baseado no conto As Babas do Diabo do livro As Armas Secretas, contos escritos em 1959 e publicado no Brasil somente em 1994.

6 comentários:

Papagaio Mudo disse...

Bibliografia,
Rayuela (O Jogo da Amarelinha, 1994, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira), Libro de Manuel (O livro de Manuel, 1984, Rio de Janeiro: Nova Fronteira), Las Armas Secretas (As Armas Secretas,1994, Rio de Janeiro: José Olympio).

cirandeira disse...

Caramba! Que incrível! Júlio Cortázar, hace cuanto tiempo! Já lí alguns livros dele,incluso "El libro de Manoel", mas não conheço
"O jogo da amarelinha!Tenho muita curiosidade de lê-lo. Tô juntando uns trocados pra comprá-lo, pq é
meio "carinho" . Já leste? Gosto muito também de "Todos os fogos,o
fogo", só de contos. Gosto muito do Cortázar.
Adorei poder assistir as entrevistas. Mais um agradecimento
por mais essa preciosidade!
Então, és escritor? E como é que a gente faz pra ler teus livros? Ou estás apresentando teus escritos aqui no blog? Gostaria de saber.
Fico meio impressionada com a riqueza literária que existe em Minas Gerais.Não só literária,aliás. É um Estado muito rico, culturalmente falando. E tem muita História também...além dos grandes proprietários de terras,uurrrg!
Parabéns Gustavo, gostei muito.
Bjs

Papagaio Mudo disse...

Oi Cirandeira,

é verdade. Como diz um amigo meu, actor, o Kimura, mestre na interpretação de Augusto dos Anjos. Ele diz "em Minas nascem 100 aristas morrem 101", referência ao grande número de artistas aqui em Minas. Aqui tudo mundo é artista, só não temos o molejo do baiano. De resto, somos muito diferentes, mas muito parecidos. Não digo o baiano internacional, digo Dorival Caymmi, Jorge Amado, Caetano (quando ainda era baiano), João Ubaldo Ribeiro... temos uma 'proposta' parecida. Que se assemelha na quietude, na euforia descompensada em festa de santo, na fé religiosa em dia de procissão, na contemplação que eles teem da vida e do mar nós teos nas montanhas, ao mirar um degradê infinito de matizes quando a tarde cai. Falta-nos apenas a rede de balanço, confortável aliás, que por obra da história não nos foi introduzida. Se calhar somos 'irmãos' no sertão de Guimares Rosa, Minas e Bahia,no verdadeiro semi-árido, semi-desértico e totalmente seco. Sim existe cumplicidade em um pé de macachera. Sou menino da capital, nem sei porque falo isso. Além do que, mesmo na caatinga existem rios. Sem finjir que não existe seca matando menininhos e meninas. Pesou! mas é assim mesmo. A morte espreita a vida.
Vou publicar nesse período 2009/10, não sei ainda quaando, mas te mando um convide, certamente. Minas que eu vivo, BH éum antro de cobrinhas, um ninho d ferinhas, temos artistas pr dar e exportar. Alias, exportar é só assim que eles valem. Aqui,por exemplo sou tratado feito merda, mas fodass, rs. "Os meus poemas vão falar por mim" Cartola/& Nelson Sargento, deixa... Lá fora, como no Rio, sou tratado um pouquinho mis dignamente como poeta&contista&escritor. Apesar da cruel competição por idéias e egos que se digladeiam. Isso virou um email... devo parar, senão não páro.
Beijo enorme,

Gustavo

Gisele Freire disse...

Gus
Prosa de Observatório dele tb é lindo!
Adoro esse cara :)
Bom dia!
Gi

nina rizzi disse...

cortazar é um dos meus escritores prefequeridos. e o rayuela (no original) me contemla todos os sentidos, dos amoríveis, filosóficos e da linguagem.

adoro a foto ali em cima. sumiste, como vai?

beijo :)

Papagaio Mudo disse...

oi Nina!

sumi não. Ando por(ra!) aqui. Esses dias meu computador deu pane, um pitizinho básico. Você que anda sumida. (que papinho de cumdre, hein?) Enfim, some não! as postagens continuam absurdament confessionais. Até desse Cortázar eu me-momenteei, momenteamos juntos.
beijos pesonalizados,

ass.
ourives e transformista em Santo António do Norte, Piauí.