quarta-feira, novembro 04, 2009

desde aquele dia

naquele lugar

eu nunca mais vi o mar...

6 comentários:

Ana disse...

Ver

o mar

da janela

da encosta...

Danitza disse...

e isto me lembra que estou abandonada do Rio...

Papagaio Mudo disse...

poema concreto

tanto, mais uma vez, nenhuma palavra, não. Face aos irmãos, o pão e a lua, da lua e do mundo. Em breve, destinada a lavar as mãos e olhar, as tampas da cadeira e para fora, visita a partir de nós. Para mim também. Os jogadores certamente fazem o mesmo papel.

Papagaio Mudo disse...

oi Danitza!

sumida...
abrazos,

Gustavo

Papagaio Mudo disse...

Ana

(...)

quem vê gosta

quem não vê

acha uma bosta


Gustavo
ps: não resisti...

Papagaio Mudo disse...

Endschuldgung!