sexta-feira, novembro 20, 2009


Estão todos mortos. Agora eu sou meu pai, minha mãe, meus avôs minha irmã e o filho de minha irmã, meus irmãos e os filhos dos meus irmãos, meus tios, minhas tias, meus primos e os filhos dos meus primos. Agora duvido que eu mesmo não esteja morto ou matado. Pela lâmina afiada da solidão humana. Pela distância, pela ganância. Sim, jaz dentro de mim um gênio morto. Pedido no deserto das idéias. No labirinto do útero, no outro, como adulto.

domingo, novembro 15, 2009

Alone With Everybody


a carne cobre os ossos
e colocam uma mente
ali dentro e
algumas vezes uma alma,
e as mulheres quebram
vasos contra as paredes
e os homem bebem
demais
e ninguém encontra o
par ideal
mas seguem na
procura
rastejando para dentro e para fora
dos leitos.
a carne cobre
os ossos e a
carne busca
muito mais do que mera
carne.

de fato, não há qualquer
chance:
estamos todos presos
a um destino
singular.

ninguém nunca encontra
o par ideal.

as lixeiras da cidade se completam
os ferros-velhos se completam
os hospícios se completam
as sepulturas se completam

nada mais
se completa.

Charles Bukowski



fiquei muito feliz
o dia que te conheci
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mas acho que ainda não te conheço...

sexta-feira, novembro 13, 2009

terça-feira, novembro 10, 2009

San Franscisco ist hier bei uns

foto de Pablo Pérez Mínguez

Todas as atenções voltadas para mim. Quando me perco dentro de mim mesmo. Então, sinto estranhamento quando me vejo diante do espelho. Quando coloco os olhos em mim mesmo e a “realidade” me puxa (ou empurra) de volta. Atravessei o espelho-mundo, me perdi e morri. Foi preciso morrer para nascer de novo. Quero cuidar mais do que ser cuidado. Mas basta, pára por aí


esse desequilíbrio na balança


implica já


numa série de mudanças.

Acho que nasci com mais vocação para ser pai (arquétipo) do que ser filho. Um teorema edipiano. Mas a vida, o destino, eu mesmo, as circunstancias, me arremessaram de volta ao lutar de filho. Perder-se em si é ver o mundo com o seu rosto, as pessoas na rua têm seu rosto, sua cara, seu ego. Só você que não vê. Traz para seu mundo pra se sentir seguro. Eu também quero ser outro alguém, do outro lado da ponte, encontrar meu próprio John Malcowich. Nunca se tratou no cinema de um tema tão óbvio e tão desesperante decorrente quanto ver-se a si mesmo em todo lugar. Encontrar?, encontrei. Um portal no espelho que conduziu meu olho ao fundo turbulento e sacro, sagrado e profano, conspurcado e louco, demente e prodigioso, habilidoso e desajeitado através da repetição. E a vida não tem dois lados que se possa escolher. Antinomia, oximoros, dualismos profiláticos. Um Buda da oitava dimensão.



¿que és la pínche pós-modernidad?


sexta-feira, novembro 06, 2009

Complexo do Papagaio



papo de cumadre...



Sabe, estouraram a boca de fumo. A casa caiu, “não corre não playboy” descendo a ladeira da Principal. Pegaram o Rato vendendo o bagulho lá. Mas será que “fica”? Sabe, o Rui mais o amigo dele, pagam um menino, moleque mesmo, pra ficar lá na quebrada, imagina, depois de vinte e cinco anos de polícia... Mas também, trocando tiro com bandido, que não tem nada a perder, aliás, eles “ganham” mais muito mais que a gente. Soldado de rua, viatura, patrulha... assim igual o Rui, ganha um salário de merda. E porque que ele não se aposenta? ah, menina, tomou gosto, né, pela bandidagem, cavalo velho assim que nem ele não aprende mais outra coisa, quando fica fazendo churrasco, em casa, domingo com os polícia, só fala de morte, de batida, de briga de policia com policia, com ladrão, com traficante, assassino, estrupador, é ladrão de banco que eles mataram, é policia que morre, dá até pra ver o ódio na cara deles... a carne até fica com gosto de defunto, eu saio de casa, vou lá na Marlene, cê ficou sabendo que mataram o Marmita, aquele negão amigo do Rui, pois é... ano passado esse Marmita, Cláudiomiro o nome dele, pregou um menino aqui da comunidade na parede, o Pequetito, deu nele um tiro de 12, escopeta menin, aquela de cano duplo, é, essa mesmo, voa porva pra tu quanto é lá... as costas do menin ficou igual carmoída, daí o irmão dele pegou o Claudiomiro semana passada no beco, é... vamô ver, né? agora tem um tal de Caverinha mandando na bandidagem aqui nesse lado do morro, pelo menos não é igual no Rio, né? que a poliça chega é de Caverão, aquilo é um tanque de guerra... mas a guerra tá aí, né fia? escundida, a gente não sabe como vai sê o dia de amanhã, mas como é que faz? o pai do Rui nasceu e morreu aqui, Seu Antônio, conhece todo mundo, o açougueiro, o serralheiro, os menino que a gente viu nascé agora tão aí, trocando tiro, toda hora “cai” um, Íxi... quando tem festa então, nossinhora... a gente fica aqui quietim dentro de casa. Não sei como é que o Rui ainda não morreu ainda...

quinta-feira, novembro 05, 2009

agora não dá, me liga mais tarde, estou saindo, oi Gustav hoje é dia de pagar o aluguel, pois é eu lamento, mas vamos aguardar mais um pouco, você conversou com o Araújo? então fica todo dia cinco, você vai pra Papagaios? boa viagem, segunda a gente conversa, domingo o Xuxa vai pintar a loja, só tem gente famosa, verde limão, vai tirar aquele cocô de morcego da fachada, vai dar “cara nova” no sobradinho, você viu eu tô sem grana, só um instante, “Lucinha, diz que vai maínha mais eu”, pode deixar, sim, desculpa, tem que falar assim senão ela não entende, facilita a comunicação, você fala alemão? não, mas me viro bem, não tenho vergonha, “a que horas sai o trem?”, “meu nome é”, “de onde você vem/ pra onde você vai?”, “quanto custa?”, “aqui tem ducha quente?”, e eu tenho que ver tanta coisa, ele me entrega a chave, agora falando contigo, Karla, e eu tenho que me virar nos 30, Joselito sem noção, trinta e um, minha idade. Hoje é que dia mesmo? eu tenho que arrumar um cozinheiro, e o pizzaiollo, você vai me ajudar? termina essa monografia logo! eu te quero, eu vou na Biblioteca Pública devolver uns livros, mas você não estava sem os documentos? referências em filosofia, só na Biblioteca, mas então? Kierkgaard Feuberbach, e como..., “acho (penso) que não vou nem perguntar...”, então a gente se vê, I hear they say as I walk I hear they talk expect the final blast, eu vou te ver você me liga, nesse caso verifique se há problemas com a pontuação, eu te ligo quando chegar, açúcar mascavo, limão, abacaxi, pimenta branca, pimenta calabresa, isso vai ficar “picante”, preciso fazer mais chutney, eu podia fazer pão, pão com nozes, ou vocezes, Mussum, rio sozinho, não morreu, nunca morrerá, começamos a reverenciá-lo, preciso reiniciar recomeçar, ou melhor, começar, “dar andamento” prosseguir, adágio expressivo, Allegro ma no molto, piano, pianíssimo, andante, andantino, presto e fogoso! difícil interpretar todos esses ritmos,”andamentos”, latentes, pungentes, ou pulsantes, fico eu e minha mãe, somos dois, somos mil, então em dezembro você me ajuda, preciso de fluído de engrenagem, o telefone, alô...

september songs

v

v

What keeps mankind alive?



And now, the ballad of the question
What keeps mankind alive?
ccc
You gentlemen who think you have a mission
To purge us of the seven deadly sins
Should first sort out the basic food position
Then start your preaching, that's where it all begins
xxx
You lot who preach restraint and watch your waist as well
Should learn for once the way the world is run
However much you twist, or whatever lies you tell
Food is the first thing, morals follow on
xxxxxx
So first be sure that those, who are now starving
Get proper helpings, when we all start carving
xxxxx
What keeps mankind alive?
What keeps mankind alive, the fact that millions
Are daily tortured, starved, silenced, and oppressed
Mankind can keep alive, thanks to his aptitude
For keeping his humanity repressed
And now for once, you must try to face the facts
Mankind is kept alive by bestial acts
And now for once, you must try to face the facts
Mankind is kept alive by bestial acts
xxxx
vídeo com legendas em português aqui
>>¨<<

Mockingbird wish me luck

A free 25 page booklet

00000

dying for a beer dying

for and of life

on a windly afternoon in Hollywood

listenig to symphony music from my little red radio

on the floor.

-

a friend said,

“all ya gotta do is go out on the sidewalk

and lay down

somebody will pick you up

somebody will take care of you”

-

I look out the window at the sidewalk

I see somenthing walking on the sidewalk

she wouldn’t lay down there,

only in special places for special pleople with special $$$$

and

special ways

while I am dying for a beer on a windly afternoon in

Hollywood,

nothing like a beautiful broad dragging it past you on the

sidewalk

moving it past your famished window

she’s dressed in the finest cloth

she doesn’t care what you say

how you look waht you do

as long as you do not get in her

wy, and it must be that she doesn’t shit or

have blood

she must be a cloud, friend, the way she floats past us.

----

I am too sick to lay down

the sidewalks frighten me

the whole dammed city frightens me,

what I will become

what I have become

frightens me.

-

ah, the bravado is gone

the big run through center is gone

on the windy afternoon in Hollywood

my radio cracks and spits its dirty music

through a floor full of empty beerbottles.

---

now I hear a siren

it comes closer

the music stops

the mano n the radio says

“we will send you a free 25 page booklet:

FACE THE FACTS ABOUT COLLEGE COSTS.”

oooo

the siren fades into the cardboard mountains

and I look out the window again as the clasped fist of

boiling cloud comes down –

the wind shakes the plants outside

I wait for evening I wait for night I wait sitting in a chair

by the window-

the cook drops in the live

red-pink salty

rough-tit crab and

the game works

on

ooooo

come get me.


konkret poem

beider, wieder, nicht Wort, Dort. Gesicht die Brüder, das Brot und der Mond, der Mond und Welt. Ziemlich bald bestimmt, die Hande wasche und Schauen, Hussen und Raus, bei uns Vesuchen. Auf ich auch. Der spieler, naturlich papier macht gleich.

OOOOOOOOOOOO


mmm
888888888888

quarta-feira, novembro 04, 2009

desde aquele dia

naquele lugar

eu nunca mais vi o mar...

Adoxografia de um misopônico

Análise de tipos, enquanto espero a chuva. Analiso a história sempre desde o final, o desfecho, o fim do caso. Até o início de onde conheço e posso imaginar. De fato, são análises pessoais, não me importo com a imparcialidade enquanto estamos sujeitos as leis da física e da matéria e aptos (ou não) a lutar, vencer ou perder. Todo dia usamos expressões que fazem parte do nosso cabedal linguísticos que não significam, apesar de serem signos. Uma espécie de reflexo - objeto energético social. Todo homem é uma ilha, contradizendo Henry Toureau. Porém, é uma ilha que necessita da constante movimentação das marés, que vão e vem, levam e trazem. Indiretamente geram melhoramento àqueles que moram na ilha, que são a ilha. Mas se você está perdido e joga no mar uma garrafa com um bilhete dentro... Eu posso pegar essa mensagem, posso achar você. Ou posso esquecer. Esquecer que um dia, alguém que eu não conheço existiu. Você só existe pra mim agora como é. Só se apresenta como é – nua de corpo e de alma. Somos ilhas vulcânicas que se mesclam. Estive a deriva nesse oceano turbulento, colidindo com as laterais do mundo. Vendo as margens da salvação de não morrer afogado. Afogado em planos que pareciam inatingíveis, topos de morros, cristas de montanha, uma plenitude imerecida e inalcançável. Sangue e lágrimas no combinam mais com minha vontade de viver, ou de poder, ou de poder viver. Um direito que não nos é dado assim facilmente. Ausência, transferência e inversão de papéis conduzem a quebra mais suavemente. Copos se quebram enquanto novos paradigmas (mais flexíveis) se levantam. Hoje os paradigmas, vão além da origem dogmática. Amanhã existirão 4 ou 5 tipos ou faces da mesma moeda, ou quatrocentos tipos da mesma Moda matemática. Qual é a sua vontade, meu bem? – se não “dá certo” vamos mudar de assunto, vamos fugir desse mundo. Somos um ponto entre linhas - círculos elípticos e linhas, longos traços de infinitudes, que se cruza, que cruzam o ponto, que somos nós, e “navegamos” simultaneamente essas linhas de Tempo. Os três estados do Tempo como hoje conhecemos, não existem. Passado, presente e futuro se cruzam ao mesmo tempo. No mesmo instante que sou meu passado hoje, amanhã posso ser melhor, menos parvo, menos ignorante, mais sábio. O “complexo de sábio” dos filósofos, também afeta os poetas. Registro as dores e também as marcas deixadas por quem passou por mim nessa existência. Saber viver um coração simples. Sonhos despedaçados podem ser reconstruídos, costurando retalhos. Pra mim existe um único tipo, aquele que trás de casa um beijo partido e no navio dos loucos quer partilhar comigo essa Loucura. Porém, sonhos despedaçados podem ser reconstruídos...

fotografia é arte?

















fotos da série peluqueria
ooooooooooo
A fotógrafa e pintora Ouka Leele (nascida em Madrid em 1957. Seu nome é Bárbara Allende Gil de Biedma.) recebeu
em 2005 o Prêmio Nacional de Fotografia "questionar os limites da linguagem da fotografia" com apurações cromáticas únicas, compositivas e narrativas. Testemunho decisivo da sensibilidade da vida artística espanhola dos anos oitenta. Uma dos principais protagonistas do movimento artístico “La Movida” em Madri, no início dos anos 80. Mistura as tradições da Espanha com uma grande exibição de cores. Seu trabalho foi exibido em cidades como Paris, Londres, Tóquio, São Paulo e Nova York.
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Fotografia é deixar que a luz desenhe 0

self-portrait

Meu trabalho significa mais quando eu coloco fotografia e pintura juntas

Sua educação artística se concentrou na Escola de Fotografia. Depois de viajar para Barcelona sua formação recebeu rigor técnico, que a Madrid uma concepção mais purista e exigente. Em 1980 foi para Manhattan, Nova York, e voltou a Madrid, sua terra natal, como bem se diz, com a efervescência de “La Movida”. Segundo suas próprias palavras, Ouka Leele compreende a fotografia como "poesia visual", uma maneira de falar sem usar palavras.


Seu nome artístico tem origem no trabalho do pintor "El Hortelano" que, afim inventar um mapa de estrelas, em uma de suas pinturas figurava uma constelação denominada Ouka Lele. Barbara foi surpreendida por esta imagem e decidiu que queria assinar suas obras assim. Em sua primeira explicou o seu trabalho, desde que sob este pseudônimo, que em 1999 variou ligeiramente para Ouka Leele. Se a sensibilidade é uma qualidade que pode definir uma pessoa, este é certamente um direito de Bárbara.













ppppppp



kkkkkkkkkkkkkkk


el espejo de venus tiene escamas




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terça-feira, novembro 03, 2009

domingo, novembro 01, 2009

palavra ao Tempo

Estou sentado numa pedra no alto de um rochedo observando as gaivotas. Ouço barulho do vento contra a falésia. O pio das gaivotas, quando encontra o eco, se perde no ar. Sob o ordeiro ar da brisa suave onda desliza em nosso calmo remanso. Meus olhos deslizam sobre o mar. Desço descalço, meus conhecem o caminho das pedras. Na beira da praia minhas pegadas fazem o caminho. Enquanto caminhava pela praia avistava a fumaça da tribo, ouvia ruídos As naus passavam e nossos olhos no “viam” (neurologicamente, semioticamente). difícil de entender e de explicar. Esse era Eu, índio então, isso mesmo. Caminhando de volta para nossa pequena aldeia. Tenho mais ou menos uns cinquenta anos. Os outros não tem noção de idade ou tempo. Sei, por intuição, que sou um dos mais velhos da tribo, talvez o membro mais velho da tribo. Nossa praia não tem onda. Pescamos onde as ondas quebram do outro lado das pedras. Comunicávamos-nos telepaticamente. Errei o alvo. Mergulho na água brilhante e cristalina para pegar de volta minha meu arpão, que toca a superfície lentamente levantando alguma areia. Sinto a vibração sob a pressão da água. Essa foi a primeira vez que experimentei a sensação da telepatia. No divã de um terapeuta de vidas passadas. A sensação é confortável como nunca estar só. Mesmo que eu sentisse solidão, como índio. Já se passaram séculos e eu ali... No alto do rochedo, pensava na solidão de todas as vidas. Vejo os homens e mulheres e até as crianças ajudando a juntar pedra para um funeral. Foi quando eu percebi que a matriarca havia morrido. Olhares recaiam sobre mim. Todos fizeram as suas orações. Cobriram com as pedras o corpo raquítico e enrugado da velha senhora. Na volta, pedi aos homens não deixarem suas mulheres chorarem, que já tudo havia terminado, que se fez o ciclo. Pois no fundo mora nossa própria fragilidade exposta num corpo sem vida. Lembro de dar meu dedo mindinho da mão a uma criança pequena que me acompanhava. As mulheres e os homens então prendiam o choro. Aquela mulher detinha conhecimentos de curandeira e conselheira de todos da tribo, dos guerreiros às crianças, todos lhe rendiam respeito, afeto e gratidão. Mas agora se sentiam “sem rumo” suas palavras e sua ausência doíam. Sentíamos a grande a perda fazer-se um vazio em nossos corpos. Como uma cabeça sem cérebro, um cérebro morto. E era isso que nos coordenava que havia morrido. De madrugada sinto minha respiração plena e calma. O perfume das floras aromáticas muito macias, camada sobre camada, sobre as quais dormia. Ouço passos ao redor da cabana, mas o sussurro dos ventos leva-me de volta ao sono. Pela manhã acordo poucos minutos antes do sol raiar sobre a aldeia. Vejo oferendas entregues a mim, meio coco com flores dentro, uma pena e um ganzá, outro meio coco com florzinhas da mata dentro, coisa-das-crianças, farinha que tinha um valor simbólico e um valor calórico. Tudo ali era carregado de simbolismo, posto que os índios não se apegam facilmente à matéria, mas primeiro à sobrevivência. Cada objeto, por menor ou mais insignificante que fosse, era pleno de significado. Significava que na noite anterior, devido a decorrência dos fatos tinham-me eleito um novo líder. Nessa noite pairou sobre nós uma alegria suave. Vejo rostos felizes em sua inocência, completos na sua inocência. Caíram sobre nós aquelas gotículas de energia que brilha. E caíam essas gotinhas refletidas pela luz das estrelas e da lua. Caíam sobre nós e nem víamos. Eu podia ver como se estivesse no céu. Parece um roteiro do Disney? Fo.a-s.!