sexta-feira, abril 23, 2010

palavras ao léu


Conheci uma pequena adorável e super simpática. De olhos azuis e coração de cristal. Escreve com espirituosamente e suas palavras deslizam sobre o verso. Sabe contristar. Sobressaltada no deserto das ideias. Possui história de glórias e incertezas, um sorriso singular moldado pela natureza. Ninguém devia magoar tal coração. Devíamos acariciar almas tão sofridas, diante de um mundo tão acerbo. Engolir a azáfama. Tornar sua vida mais afetuosa, como um devaneio primaveril. Afagar seus pensamentos e trazê-los a luz de um novo Tempo. Os bons fluídos que lanço, o vento leva. Eu levo a vida. Leve, que nada. Na madrugada assombrosa, as estrelas brilham mais. A lua dormiu mais cedo sorrindo, e eu menino enalteço as palavras. Que seus olhos não chorem mais. Não sei se um dia nos falaremos novamente, mas desde já eu lhe transmito meu abraço carinhoso. Não tenha medo de recebê-lo. Não tenha medo de nada. Somos apenas homens e mulheres perdidos, nessa humanidade diversa e vária. Não tenha pressa, digo também a mim mesmo, durma com os anjos. Renque de luzes no proscénio. Glorificar o último ano da primeira década do terceiro milênio. Sorte, amiga, sorte. Levante a saia para atravessar o rio de lama. Não se magoe o coração de quem ama tão tenramente. E que assim seja feita nossa vontade. Somos eternos por toda eternidade.

2 comentários:

Leni disse...

Lindas palavras. Se dedicas a mim, agradeço com enorme alegria! Se não, faço que assim seja; hehehe beijos

Papagaio Mudo disse...

que assim seja. Acho que também gostei. As primeiras palavras possitivistas em 5 meses.


gustavo