segunda-feira, maio 31, 2010

Amarelinha no morro



Sim, que é tempo de um tango rasgado, mas aos poucos a vida vai, retoma suas cores. Aprendi a distinguir entre mais de mil tons de cinza. Agora começo a ver, como no fim de uma subida, o horizonte despontando do outro lado do vale. Aos poucos vamos descer e conhecer as águas do campo. Vamos até lá para matar nossa sede. À noite, bem instalados ao redor de uma fogueira, tomaremos vinho. Brindaremos e contaremos histórias incríveis de outras épocas e outras culturas. Descansaremos o corpo. A alma estará plena de boas sensações, e vazia, “lavada” como as águas das nascentes. Então a vida não será mais como jogar “amarelinha” no morro.

4 comentários:

Lara Amaral disse...

Bonita e bucólica cena!

Beijos.

Vennus DeMillus disse...

Diria que tentando dar cor ao cinza do calendário que te persegue...

Ficou colorido!!!

=)

Papagaio Mudo disse...

oi Lara,

uma cena bucólica para mim que agora pertence a todos.
bjos,

Gustavo

Papagaio Mudo disse...

é Vennus,

a vida está mais colorida.