terça-feira, maio 18, 2010

badzimmer


Eu queria entrar aqui numa discussão que remete à antinomia do gosto. Antinomia é um problema que expõe duas verdades aparentemente contraditórias. Por exemplo, a arte é universal e conceitual, ou pessoal e subjetiva? Mas não é esse o mérito do assunto. A conclusão kantiana sobre essa questão coloca em dúvida o tribunal da Razão criado por ele mesmo. Ele encontrou um veredicto chamado “meio termo” para solucionar esses paradoxos da vida sem saber que é impossível alcançar a Razão absoluta. Não gosto de Emmanuel Kant pela prepotência de querer ser o pai da Razão Total. Considero de um nível intolerável de prepotência toda sua obra. Embora sua obra seja relevante que na história do pensamento.

Um comentário:

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Prepotência [e também humildade] na própria terminologia que cunhou: imperativo[!] hipotético[...] :D

Brincando... depois e Kant toda a metafísica tem que se haver com ele... seja como for, ele mesmo metafísico ao dizer: "o céu estrelado diante de mim e a lei moral em mim."

;)