quarta-feira, maio 05, 2010

nas retinas


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Nada nas retinas. Verbe-voco-tesctículosidade nos entretempos. Foto-áudio-feniculoso. Retina, caso do acaso. Tato, sentido básico. Palavra-signo “que delícia”. Cada carícia inven­tada. Ouvidos pra te ouvir melhor. Minha mão no seu peitinho duro e a sua pele... Jazz, mas se ainda eu não lembrasse mais. Não sendo sentimentalista ou reticente. Débil, na minha vontade de (te) fazer amor. Mas na verdade as tardes foram belas, as noites foram ótimas, mas o amanhecer disperso, como sempre, e dinâmico pra você. Não sei em que aura de frescor e delícia eu fui me apaixonar. Ah, que saudade a vida me ensinou.


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