segunda-feira, junho 28, 2010


Dá-me um segundo. Diga-me, quando chegará o momento oportuno? Aquele momento exato, em que nos meus olhos vão redescobrir o mundo e talvez mude minha apatia diante de tudo. O campeonato em África, meus dedos, minha barba, meus pensamentos. Quando me olho no espelho, não sou mais o mesmo. O mesmo homem diante da vida, o mesmo menino nos seus braços. E não mais me reconheço no espelho. E recomeço através desse outro “eu” que não viu nascer. Apenas surgiu “do nada”, como o passar do tempo, assim como se esquece uma pessoa e repentinamente, não existe mais nada. E realmente não me vejo. E atravesso o espelho.

2 comentários:

Maria Eliza Marques disse...

passei por aqui, magnética, como que para preencher um tipo de carência que aparece passado algum tempo.

e, o que foi que você encontrou por lá?

Por detrás das corneas disse...

Já me acostumei com as pessoas que renasceram em mim , brinco com todas elas, sou elas toda.