terça-feira, julho 13, 2010

Menino cefaléia


Ou melhor, never more never more. E se não houvesse os carteiros o que seria dos emails? Eu não tive e não tenho condições de te dar uma “vida melhor”, vaca das divinas tetas. Você engrossa a massa, ou a transforma? Você acompanha a lenta e arrastada evolução da produção acadêmica, ou ajuda a acelerar a sistematização, problematização de execuções de técnicas sistêmicas de produção acadêmica? Na realidade, salvo o sentido relativo de realidade, se você arrasta, protela, procrastina, delonga o pensamento, a capacidade de raciocínio humano, seja ela de qualquer maneira loquaz e absurda, cinematográfica ou tecnológica, somente em benefício da inserção acadêmica, você já está de lado nenhum em um lugar comum. É como bater carimbo, selar cartas. A marcha estradeira por um oficio medíocre e tolo e no fim das contas, acho que vão me apedrejar por isso. Apontam o dedo e apedrejam mesmo, mas meu dedo tudo que toca sai faísca. Não acredito em você, nas coisas que diz, no seu tom de voz. Acredito sim, na sua mentira.

Um comentário:

Karla disse...

Até iria responder seu chororô, mas pensando melhor, vi que é perda de tempo. Quem te conhece, um pouquinho que seja, sabe bem que sua ladaínha é inesgotável. "Esse aí é uma punheta sem fim" um anônimo comentou uma vez no meu blog se referindo à vc.
Rancor do mundo? frustração? incapacidade? problemas com papai? realmente não sei o que te motiva cuspir tanto veneno, e nem me interessa saber. Me interessa, sim, continuar longe disso, dessa miséria humana. Por isso te mandei um email, e reforço aqui, que não quero contato com vc mais. Siga sua vida com sua obrinha pobre sobre seu umbigo, isso sim é mediocridade, senhor dono da verdade.