sábado, agosto 14, 2010

Criança esperança





Qual será a parte do meu DNA que revirou alianças do passado, que trouxe comigo essa busca louca desenfreada? Então é assim, um homem na horizontalidade, na amplidão, na verticalidade. Então é assim, um mundo novo pra mim. Todo feito de plástico. Todo feito e de pessoas novinhas “em folha”, distantes, intubadas. No caminho torpe dessas adentanhadas, acumpinzadas, cuspidouras e mal traçadas linhas.

2 comentários:

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Das virtudes do caminho torpe... De sentir cacos de vidro à boca ao ler... adentanhadas, acumpinzadas, cuspidouras... intenso...

Papagaio Mudo disse...

(in)tenso