quarta-feira, agosto 18, 2010

O restaurador de quadros. Um códice sagrado, profano, esquecido, mas de quê vale a História? Queimemos os museus! – diz o Nada. São Jorge olha pra espada. Aí foi que eu sambei, cumadre. Doce bárbaro bem-comportado. Um gentil, um homem das montanhas. De dia eu ando nas trilhas, a noite eu durmo nas tocas. Um lugar meu lugar é sumir no mundo (? mim-mesmo? la fêtte, la merde?). Sempre rasteja em meu coração. Difícil entrar em harmonia comigo. Enlouquecido-zen por algum feitiço lançado "de flash" por um chapeleiro. O veneno, o remédio, a linha reta e a mad hatter. Antes de colocar sua maquiagem, diz alguma coisa boa pra mim. Livre, voa pássaro livre. Livre como passarinho. Olha que lindo. Mais que isso, só um samba de roda...

mmmmmmmmmmmmm

Before I put up my make-up...

4 comentários:

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Hoje escrevi algo num blog de que gosto muito... vale pra cá também:

Sempre visito os blogs que mais aprecio como quem vai ao supermercado... minto, como quem vai à caça... como quem procura alimento [de uma ordem diversa daquele de que necessita o corpo, óbvio] a idéia é de a.fagos.citar pela fome saciada...

Aqui o alimento é farto, agridoce e quente...

Anônimo disse...

gira gira
i say a little pay for you

Papagaio Mudo disse...

pay for me this sacrifice, please...

gira gira como peão, mas onde cai? é bem assim, ventos fortes fazem tronco mais resistente.

estou enraizado, anônimo.
abç

Gustavo

Papagaio Mudo disse...

Francisco,

Obrigado pelas palavras.
Minha página rolada escandaliza e pede perdão como saint Genet, obra de Sartre que compara Jean Genet à Madre tereza de Calcutá, por haver "vomitado" em textos esse mal, venceu a si mesmo e domou seus demônios, (aqueles que todos somos obrigados à conviver). Jean Genet, como diria um amigo, é um "passeio" pelo código penal. O Diário de um Ladrão não é um livro, é uma pintura.
Aproveito a chance de também me expressar dessa forma fantasiosa e autobiográfica, e fazer algumas vítimas. Viva a perversidade.
Abraço,

Gustavo