sexta-feira, dezembro 17, 2010

a noroeste da Birmânia



Sento-me mais uma vez, mister do meu ofício. O silêncio me faz sentir invisível. Sinto que estou vivendo em outro mundo. Tenho a impressão de que as pessoas não me vêem e apenas eu as vejo. Essa vagueza, esse olhar, essa nostalgia. Procuro algo intangível. Não quero nada que seja palpável. É estranho pensar assim. Passo a buscar alguma letra algum gustavo perdido dentro de mim.


Meu devir minha filosofia

3 comentários:

Papagaio Mudo disse...

o silêncio interior a que se questionam os grandes filósofos

£µ(g)ä® disse...

Sim, fica-se o peito cheio do silêncio que não queremos sentir, os olhos cheios do silêncio que não queremos ver, a boca cheia de um silêncio que não conseguimos dar voz...

Por isso o papagaio mudo, pois bem...

Meu olá.

£µ(g)ä® disse...

Permiti-me levar a imagem?


=)