sexta-feira, julho 30, 2010

p.1


fragmento -



Porque escrevo? Escrevo em busca da verdade. Quero desesperadamente saber quem eu sou e quem é a coletividade que me cerca. Não consigo ver além do que enxergam meus olhos humanos (Apesar das novas mídias, apesar da televisão, apesar do teórico italiano Giovanni Sartori dizer que o ato de telever transforma antropogeneticamente a natureza humana, nos tornando homo-videns. Apesar da cibercultura, a raiz ligada ao bulbo de um hiper-sistema rizomático continua adolescendo como um samba.)

vilipendioso

Acompanhando a nova pintura. Werdegang der neue malerei


Desalinhavou.

quando pingo é letra


Dome linda estrela
dorme anjo pequenino
dorme doce criança
dorme nos braços...



Me defrontei com a “dor da existência” em situação de emergência, conforme a distância entre realizar tudo de novo. Preservo para mim um planejamento que é minha única função. A vontade de ir embora, de deixar o passado pra trás. Sem ver velocidade, angústia do sincronismo do Tempo. A minha fala infantil sem voz, perverte sem ser ouvida. A criança na é ouvida – é uma qualidade pescada de biblioteca. Um infantil terrível! Com esse movimento, ajeita sua gola e sai circulando. Amado, odiado, incompreendido, mas afinal de contas, vazio. Nunca detestei ser perverso nessa quinta geração de puritanos. Nunca fui mágico da disfunção da química cerebral. Perdoa esse palhaço, acrobata da dor, perdoa. Estou farto desse lirismo e quero o lirismo dos clowns de Shakespeare, ah Bandeira ah Manuel.


Recebi seu telegrama,

Afonso. Obrigado, obrigado:

Sempre é bom ganhar um agrado
Dos amigos a quem mais se ama.

quinta-feira, julho 29, 2010

Kitsch malvado cruel e aprendiz

Russo, esloveno, finlandês, alemão , austro-húngaro, chinês mandarim.
>>>>>>>>>>>>





só um poema

...enguanto nosso gospel we go!

eu te amo


falando nietzschedamente


Não existe “tempo perdido” nessa fração de eternidade. Olha o meu “otimismo” niilista e falso, mentiroso, descompacto. Adianta, funciona – como diriam os matemáticos, servir o caminho reto e se conservar num pote de azeite. Não se pode refazer o começo, mas se pode construir um novo fim, Francisco Cândido. Porque tudo chega ao fim. Ilusões, parcelas de culpa, bondade humana servidão. Um quê sem “porém” redime minha “pena”, porque não existe culpa. A culpa é de quem? E vivo enquanto os outros morrem. Vivo lento, calmantes, barbitúricos. Quando me afasto, no telefone meu progenitor diz – essa vida é uma merda! - Adelante conpañero! Viva la revolución! E me ramifico na beira do abismo com ostras de sentimentos indolentes. Sempre, admito que em meu total, eterno e absoluto desconhecimento dos mistérios da mulher, meu desatino mais hostil nunca fui mau, em meus olhos, minha alma, nunca foram humanamente maus. Vamos seguir esse caminho, feito um náufrago, feito um barquinho vai à deriva de qualquer preceito, qualquer nota, qualquer tema isolado num tango rasgado, um tango mudo de bandoleón, um tango mímico, prestidigitador. High Low. Porque essa vaidade mortificar o outro se “Eu é o outro”, escreveu Rimbaud. Se essa vida fosse propriamente uma merda, juro que o meu mor-próprio não deixaria estar aqui escrevendo. Mesmo que eu queira ouvir uma “de fossa” do Roberto, o Rei. Ser tomado pela merda é como o lírio ser infestado pelo mangue, como se morto, ainda assim eu me matasse por dentro e por fora. Ah, sonhos, ah destrezas mal vividas. Vai pela vida, pássaro contente.


quarta-feira, julho 28, 2010

excrecência ornamental

uma cuspidinha pra cima durante o futebol


Rancor com a vida. De repente alguma coisa “deu errado”. Fazer o quê? Bebo leito. Tomo chá de camomila. Não consigo engrenar o enleio do meu destino. Cortaram a luz, comida estragou. Cortaram a água. Devo recomeçar do nada, de repente. Fez-se do amigo próximo, distante. Fez-se da vida essa aventura errante. E aqui estou com dor de cabeça, perto e distante. A mulher e sua voracidade só causam destruição. È claro que delego em causa própria. Até nossas mães o são. Essa minas gerais é uma baranguice. Eu e o Paulinelli chegamos à conclusão que esse pais “não tem jeito”. Muito grande. Realidades muito distantes, física e etimologicamente. Um Brazil bizarro. A postura, sim, eu esperava essa postura de criar uma postura. Não vejo possibilidades de mudar. Quanto ao país, sejamos brasileiros, por algum motivo inexpressável. A cerveja, a língua, a facilidade e a comodidade de pensar livremente em brasileiro, em “minerês”.

terça-feira, julho 27, 2010

Orfeu da Conceição

Monólogo de Orfeu

Mulher mais adorada!
Agora que não estás,
deixa que rompa o meu peito em soluços
Te enrustiste em minha vida,
e cada hora que passa
É mais por que te amar
a hora derrama o seu óleo de amor em mim, amada.

E sabes de uma coisa?
Cada vez que o sofrimento vem,
essa vontade de estar perto, se longe
ou estar mais perto se perto
Que é que eu sei?
Este sentir-se fraco,
o peito extravasado
o mel correndo,
essa incapacidade de me sentir mais eu, Orfeu;
Tudo isso que é bem capaz
de confundir o espírito de um homem.

Nada disso tem importância
Quando tu chegas com essa charla antiga,
esse contentamento, esse corpo
E me dizes essas coisas
que me dão essa força, esse orgulho de rei.

Ah, minha Eurídice
Meu verso, meu silêncio, minha música.
Nunca fujas de mim.
Sem ti, sou nada.
Sou coisa sem razão, jogada, sou pedra rolada.
Orfeu menos Eurídice: coisa incompreensível!
A existência sem ti é como olhar para um relógio
Só com o ponteiro dos minutos.
Tu és a hora, és o que dá sentido
E direção ao tempo,
minha amiga mais querida!

Qual mãe, qual pai, qual nada!
A beleza da vida és tu, amada
Milhões amada! Ah! Criatura!
Quem poderia pensar que Orfeu,
Orfeu cujo violão é a vida da cidade
E cuja fala, como o vento à flor
Despetala as mulheres -
que ele, Orfeu,
Ficasse assim rendido aos teus encantos?

Mulata, pele escura, dente branco
Vai teu caminho
que eu vou te seguindo no pensamento
e aqui me deixo rente quando voltares,
pela lua cheia
Para os braços sem fim do teu amigo

Vai tua vida, pássaro contente
Vai tua vida que estarei contigo.


segunda-feira, julho 26, 2010

ascenseur pour l'echafaud

El Macho Cabrio



Quem e a Besta Fera sobre a qual a Prostituta Babilônica está sentada, fornicando e dominando? Palavras da Gênese. 16. Os dez chifres que viste, assim como a Fera, odiarão a Prostituta. Hão de despojá-la e desnudá-la. Hão de comer-lhe as carnes e a queimarão ao fogo. 17. Porque Deus lhes incutiu o desejo de executarem os seus desígnios, de concordarem em ceder sua soberania à Fera, até que se cumpram as palavras de Deus. 18. A mulher que viste é a grande cidade, aquela que reina sobre os reis da terra. Revelação 17:1-18 E um dos sete anjos, que tinham as sete tigelas, veio e falou comigo, dizendo: “Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que está sentada sobre muitas águas, com a qual os reis da terra cometeram fornicação, enquanto que os que habitam na terra se embriagaram com o vinho da fornicação dela. E os dez chifres que viste significam dez reis, os quais ainda não receberam um reino, mas eles recebem autoridade como reis por uma hora, junto com a fera.”

quinta-feira, julho 22, 2010

O homem que carrego


Diário de um morto. E sabe de uma coisa? Você não vale o esforço de cortar papelão e fazer isopor cenográfco. Os homens descem a caixa fúnebre e vejo óculos e olhos que me olham. De repente a escuridão tomada em seguida por uma visão noturna, sempre por uma visão noturna que toma tonalidades de verde. Vejo meus pés e minhas mãos, minhas mãos cruzadas. Queria me mexer. Queria coçar a cabeça, coisa agonizante. Mas mãe, eles não vinham me levar daqui? Um dia qualquer bicho vai entrar no meu nariz e eis que esse dia chega. Um centípede vasculha vagarosamente a cavidade oca da minha cabeça descerebrada. Saiu pelo buraco do meu olho direito. Sinto-me o mesmo e joga fora o duro cortex. Mesmo que eu fosse cego ainda teria uma visão ampla dos acontecimentos.

segunda-feira, julho 19, 2010

Creativity is more than being just different. Anybody can play weird, thats easy. Whats hard is to be as simple as Bach.

- Charles Mingus


claro que te quero

(re-começos)

A Capela


Eita eu e minha alma brasileira. Permita Deus que um dia eu entenda esse devir poético. Abençoe esse povo essa terra essa confusão. É o que me faz pensá por debaixo dos fio do meu cabelo. É o que faz de mim mais um brasileiro que pára pra ouvir a Ave Maria em frente à capela. E rezar. Por mais um dia, amém.


sábado, julho 17, 2010

Road to Nowhere

Bem, nós sabemos para onde estamos indo, mas não sabemos onde estamos. E nós sabemos o que estamos sabendo, mas não podemos dizer que temos visto. E nós não somos crianças e sabemos o que queremos. E o futuro é certo dar-nos tempo para resolver isso. Nós estamos em uma estrada para lugar nenhum venha para dentro. Pegando carona para lugar nenhum que sabemos onde vai levar esse sentimento de ser levado. Eu me sinto bem esta manhã e você sabe. Estamos no caminho para o paraíso aqui nós vamos aqui vamos. Nós estamos em uma estrada de lugar nenhum que leva ao interior. Passeio, indo em nada em que vou ter que montar. Talvez você deve saber onde você irei, não me importo. Aqui é onde vezes está do nosso lado te levar lá levá-lo lá. Nós estamos em uma estrada para lugar nenhum - Nós estamos em uma estrada para lugar nenhum - Nós estamos em uma estrada para lugar nenhum - Há uma cidade em minha mente vem e ter que andar e está tudo certo baby está tudo certo. E é muito longe, mas está crescendo a cada dia e está tudo certo baby está tudo certo. Gostaria de acompanhá-la pode me ajudar a cantar esta canção e está tudo certo baby está tudo certo. Eles podem dizer o que fazer, mas que vou fazer um lof foo você, e está tudo certo baby, está tudo certo. Há uma cidade em minha mente, vem ter que andar...
...........
Chris Frantz, Tina Weymouth e David Byrne



Wills du Milch?

O Leite amado...

high5 Pat cats


quinta-feira, julho 15, 2010


Bad News


in Journal Nacionale

Engolidor de facas morre asfixiado ao tentar engolir a si mesmo. As autoridades ainda não sabem informar a origem dos fatos. Apontam a hipótese de que tenha sido coagido, mas não sabem dizer com autoridade "quem é o autor do crime". A outra hipótese indica que tenha sido suicídio, num ato auto-antropofágico e delirante, insano. O corpo do chinês ou indiano, não se sabe, cujo nome ainda não foi identificado, foi encontrado com um joelho e as duas mãos na altura do peito. Os policiais ficaram chocados, “Parecia um boneco”. Antes de o corpo ser recomposto foram feitas radiografias, porém as imagens ainda não foram concedidas. Sempre tão igual, sempre tão conectivo, tão direto.


Francine Albertini diretamente dos subúrbios de Paris para Colírios Capricho.


É com você Fátima.


pequenino nada entre nadas

Peso cada pêlo da minha barba, cada pêlo do meu braço, cada pelo do meu saco, cada pêlo da minha perna meus dedos e meu corpo inteiro, eu peso cada pêlo do meu cu! Salve-se apenas o triste que abastece a fornalha do esquecimento das horas do Tempo das cores que um dia levou, das frases que não morrem, do momento da dor e do prazer, do vento da chuva que a vida disfarça, depois da trovoada. Vencido pelo previsível inevitável cansaço. Vai lá. Curte o seu "momento".

..

Saia, verbo ou substantivo?



Rancor, angústia, mágoa. Difícil carregar esses e outros tantos sentimentos tão marcados. Fala baby, vê se tira os olhos de mim pra se sentir amada. Sou “pesado” sim, eu peso. Ou carga pesada, meu exú são vários. O médico diz – salve a humanidade, o padre diz - salve Nosso Senhor, o tolo diz – salve a ignorância, o poeta diz – salve a palavra, e eu digo – existir é melhor que nada, salve minha verborragia errática que por não compreender as palavras, ela pensa que não quer dizer nada, salve a integração do homem com o planeta, salve a mulher e sua voragem insaciável, salvem os padres, os médicos e os idiotas!

terça-feira, julho 13, 2010

Menino cefaléia


Ou melhor, never more never more. E se não houvesse os carteiros o que seria dos emails? Eu não tive e não tenho condições de te dar uma “vida melhor”, vaca das divinas tetas. Você engrossa a massa, ou a transforma? Você acompanha a lenta e arrastada evolução da produção acadêmica, ou ajuda a acelerar a sistematização, problematização de execuções de técnicas sistêmicas de produção acadêmica? Na realidade, salvo o sentido relativo de realidade, se você arrasta, protela, procrastina, delonga o pensamento, a capacidade de raciocínio humano, seja ela de qualquer maneira loquaz e absurda, cinematográfica ou tecnológica, somente em benefício da inserção acadêmica, você já está de lado nenhum em um lugar comum. É como bater carimbo, selar cartas. A marcha estradeira por um oficio medíocre e tolo e no fim das contas, acho que vão me apedrejar por isso. Apontam o dedo e apedrejam mesmo, mas meu dedo tudo que toca sai faísca. Não acredito em você, nas coisas que diz, no seu tom de voz. Acredito sim, na sua mentira.

Pola Negri

Ich hab an dich gedacht
Als der Tango Notturno
Zwischen abend und morgen
Aus der Ferne erklang

Meinz Herz ist aufgewacht
Weil der Tango Notturno
Eine zärtliche Kunde
Deine Liebe mir sang

Dass du mein Schicksal bist
Hab' voll Glück ich empfunden
Als in einsamen Stunden
Ich vor Freude geweint

Ich hab an dich gedacht
Als der Tango Notturno
Mit dem Zauber der Töne
Unsere Herzen vereint

Wie die Liebe wirklich ist
Das könnt' Ich euch erzählen
Denn Ich kenne sie sehr gut
Ich weiss dass, sie schön ist
Und weiss, wie weh sie oft tut

Ich hab manchen Mann geküsst
Und hab ihn dann vergessen
Weil ein andrer mich begehrt
Bis einmal der Zufall
den richt'gen Mann mir überstellt

Ich hab an dich gedacht
Als der Tango Notturno
Zwischen abend und morgen
Aus der Ferne erklang

Dass du mein Schicksal bist
Hab' voll Glück ich empfunden

segunda-feira, julho 12, 2010

auto-determinação?


Acho que existem fantasmas do passado que jamais deveriam voltar a existir materialmente em nossa vida atual. Considero um retrocesso mítico-banal. Meu avô voltou à Espanha sessenta anos depois, não sei por quê. Talvez também para cumprir uma promessa. Minha bisavó Mariana, para desempenhar a promessa de que se revisse o filho Indalécio, tanto tempo nesse tal de Brasil, andaria de Ribeiro até Bande (na província de Orenze na Galícia). E assim ela o fez, com a idade de noventa e três anos. Recebeu meu avô numa cena triste e bucólica. Bande é uma cidade de dois mil habitantes e Ribeiro é vilarejo em ruínas da velha (e cada vez mais velha) Europa. A vida é como um vento de vírgulas ao deus dará. Pontuada de erros gramaticais. A vida é um vocabulário errado. Ela ainda queria voltar andando e queria que o filho fosse junto. Ele disse,
__ Ok mãe, você vai. Mas eu vou de ônibus. Eu não faço parte da promessa da senhora não...

terça-feira, julho 06, 2010

__ esses autores que você gosta são muito...
__ São muito o que?
__ ...
__ Ah! vai se fu(TUUU!!)

Diário de um ex-cult

Ainda detesto Best-Sellers, mesmo assim não sou mais cult. Descobri isso lendo quase duas mil paginas de livros mais vendidos do mundo, até descobrir um grande autor. Um livro de cem páginas dividido em três contos do meu “xará”, Gustav Flaubert. Aquilo me impressionou e deixei de gostar de passa-tempos para buscar literatura mais indescritível. Best-Sellers, salvo raríssimas exceções, não conseguiram me despertar esse frisson que senti ao ler A Lenda de Saint Julien Hospedeiro. Um conto de trinta e poucas páginas, totalmente imprevisível e surpreendentemente narrado me fez ter raiva de previsíveis mil e tantas páginas gramaticalmente, hollywoodianamente, escolasticamente, academicamente, literalmente, artesanalmente bem esquematizadas. Apenas com o devir poético, o devir da inspiração, um “quê” de mistério e grande bocado de pasteurização. Aliás, Viva Pasteur! Viva a Rotativa! Viva esse homem que submerge dessa imbeciliçazão escancarada. A rara inspiradora literatura a qual me refiro não foi e nem é das mais vendidas até hoje. Só dos Antônios, Tekhekov, Artaud, Lobo Antunes...

ao léu


não faz assim não

que eu tô de samba-canção

domingo, julho 04, 2010

Etiquetando as embalagens da vida. Cortando cabeças.Fui ao Inferno comprar algodão doce e o Diabo falou meu nome. (Pronunciou lentamente “aqui Gus-ta-vo”) com voz de quem serve o cliente. Não vou me preocupar em ver, pois, no fim das contas, não comprei nada, minhas criancinhas. Ficaram sem algodão doce. Uma pena que a fome de grana não fosse maior que esse fio melado colorido enroscado num palito com que se compram as coisas? Tentou comprar minha consciência, mas levou apenas um sopro de vela que se apaga. Essa luz era você. Reflexo do meu próprio ego. Atribulação de ser você no meu subconsciente e eu ser você, no seu. Um Nada subjetivo. Um Todo objetivo desconstruído e reconstruído a partir de determinados afectos.

sábado, julho 03, 2010



Tente me lembrar mais tarde. Cria ilusões e fantasias. Tento tirar das minhas mãos algum resíduo que não mais existe. Esfrego minhas mãos compulsivamente e meus dedos frios não convergem na mídia, na devassa, na realização, na sensualidade, na droga. Comportamento anestesiado promovido pela relação com a fórmula Um. Influência sobre o meu comportamento. Um investimento cerebral, uma função social, um problema social, um teorema social. As figurinhas repetidas das bestas tiradas no bafo de cracks e o melhor conteúdo da TV da vuvuzela da vovózela. Jump girl, jump boy.