terça-feira, fevereiro 08, 2011


Imagino que o grande irmão olha para mim todo o tempo. Descobri que cada lugar continha um pequeno baú de lembranças que eu deveria abrir para que elas saíssem voando num rodopio rápido como o vento. Descobri que o que sinto pela pequena Carmen é mais pena do que amor. Necessário me despir de velhas paixões e vestir a túnica branca do Cristo. Descobri que não preciso de nada para ser feliz. Descobri o EU SOU de uma visão periférica. No sábado, meu coração estava divido entre andar até o cume do Inficcionado ou descer para o conforto do parque, voltar pra casa, acabar com a brincadeira. O que pulsava mais alto era seguir adiante, e assim o fiz sem olhar para trás, com o risco de virar uma estátua de sal como a mulher de Loth (Genesis, capítulo XIX, versículo 26).

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