segunda-feira, abril 04, 2011

Livros que li “só até a página vinte”



Merda! Hoje é segunda-feira,beibe. Guim Tió



O Retrato de Dorian Gray, do Oscar Wilde.


Um diálogo infindável entre um pintor e um lorde inglês que conversam as mais profundas viadagens sobre um boyzinho chamado Dorian Gray, que nunca morre. Em contrapartida não pude parar de ler DeProfundis - uma longa carta escrita na prisão. Numa época em que li uma série de autobiografias, essa, considerada uma espécie de autobiografia, Oscar eleva sua obra. Santifica Bosie, seu amante, pela purificação de tantos pecados, os caprichos mais exóticos, e odeia no parágrafo seguinte. Odeia a si mesmo. Escancara a fraqueza humana e a revolta por isso.


. .


A Metamorfose e O Processo de Kafka.


Desnecessário fazer a sinopse, né? Apesar de que ser um tanto clichê não conseguir terminar de ler Kafka. Franz nasceu em Praga, Áustria-Hungria (atual República Checa). Franz usou estruturas entediantes de prolongar a dor que entraram para a história da literatura.. . .


O Mundo de Sofia. Não me lembro o nome do autor.


Fiquei bem confuso. Melhor fazer um curso de filosofia. Vou ver a novela...

3 comentários:

Caiocito disse...

quem linka existe
ou
quem pensa linka
contenporaneidade
uma dose.
eu vou pensar o que nego pensou a 100 anos
300 anos
os caras nem comiam nutella
sei la
nunca pegaram num peito de silicone
nunca comeram um porco a pupruruca
filosofia é coisa de favelado
rs

Katrina disse...

Preciso reler Franz, foi bom ter relembrado isso

Papagaio Mudo disse...

é Vanessa,

Tem gente q gosta d sofrer...