domingo, junho 26, 2011

Drink ma' last zumzum

Fluem mais de fato que de acaso, mais de afeto que de abraço.
Morna é a fragrância da
Madrugada.

Fragmentos harpejados, naquele teclado de sopro que se toca como flauta, herméticos de Fátima e
agulhas náuticas
no mar de Malta,
maltês

Amalgamada
farfalha
n'alma
fleuma
flora.

murmurejando
ciciando
não
sei
se
ocorre
ou corre
eu canto

rumorejando
negro
pardo
e santo
meu lamento
meu salamaleque
meu breque

meu zumzum

Um comentário:

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Cadente, ritmado, forte sopro intuitivo e belo...