sábado, junho 04, 2011

Sozialkultur

Nem tão devagar nem muito rápido. Tento entrar no ritmo, mas já estou dentro. Tento não sair e me manter no ritmo e a vida vem em ondas como o mar. O bonde ainda anda em cima dos trilho e já é sábado. Peço licença novamente para escrever algumas verdades particulares. Há muitos séculos tenho sido vítima e algoz desse estado físico ou mental, a que damos o nome de solidão. Dar-se conta da condição humana é ver-se diante do espelho. É ver-se resultado da complexidade (muito embora não meramente genética) é ver-se efeito do pensamento complexo. Dar-se conta de si mesmo, intimamente, é ver-se diante da humanidade. O ethos.






Um comentário:

Papagaio Mudo disse...

todo poeta tem um olho caído...