segunda-feira, dezembro 19, 2011

la desdicha de tu pena

ou

Limitando o pensamento a rimar artefatos agrilhofados em ruínas







Chuva quer cai sem parar dá um golpe na cidade e na mocidade. Vou voltar a ser cristão. A uma semana do primeiro sacrifício humano de Deus, do próprio Deus. Sigo garimpando ruínas. Estas na minha cabeça. Por sete anos a construí. Já lamentei a morte de muitos aléns. Desconstrução do que fui, do que sou, do que era, do lamentável da primavera. Cordélia morta, e o próprio de si incorpora rei Lear. Ninguém merece a desdita que invisivelmente cria para aventura humana.









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