Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando não posso falar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e não posso pegar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar Há quanto tempo desejo seu beijo molhado de maracujá Tô me guardando pra quando o carnaval chegar E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando que eu vou aturar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar ô me guardando pra quando o carnaval chegar Eu vejo a barra do dia surgindo pedindo pra gente cantar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar Eu tenho tanta alegria adiada, abafada, quem dera gritar Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Não somos nós que temos que nos adaptar e sim os meios a nós, a interface deverá ser “moldada” para cada usuário, facilitando sua manipulação.
Nicholas Negroponte
É ameaçador sonhar. Sempre é um sonho devorador que pode nos engolir. Ademais que os outros sonhem é muito perigoso. O sonho é uma terrível vontade de poder e todos somos mais ou menos vítimas do sonho de alguém.
Os personagens e situações desta obra são reais apenas no universo da ficção; não se referem a pessoas e fatos concretos, e sobre eles não emitem opinião.
As figuras flutuantes são comuns na arte popular russa
Henry Matisse
A primeira característica que ressalta da observação de uma obra de arte fauvinista é a cor intensa. As telas dos pintores Henri Matisse, André Derain e Maurice de Vlamink, de tons considerados violentos para os padrões estéticos da época, deram origem ao epíteto feras (fauves) atribuído por Vauxcelles, crítico de arte da época
tolouse-lautrec
Two-half-naked-women
Gustav Klimt
Lady-with-fan
amadeo modigliani
Self-portrait
A estética do grotesco
Antropologia da Face Gloriosa - Arthur Omar - Cosac Naify 1997
2 estranha inversão:
O Chico sabe....
Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando não posso falar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e não posso pegar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Há quanto tempo desejo seu beijo molhado de maracujá
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando que eu vou aturar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
ô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo a barra do dia surgindo pedindo pra gente cantar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tenho tanta alegria adiada, abafada, quem dera gritar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
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