terça-feira, junho 18, 2013

gilts, wa giltz?

A escrevinharão, o exercício anti-stress, que às vezes causa efeito contrário. Deixa-me mais angustiado. Isso (!) escrevo pra escapar do frêmito frenético que vulvulante valvula. Da ígnea flama que flui em eflúvios, que aflora do fundo fenestra adentro e fúnebre fenece pouco se fudendo. E me deixa tremendo. Fétido, convulso, taciturno, ictérico e cianótico ao mesmo tempo tudo ao mentol Tempo... Tece a icterícia, o frisson, se esvai catavento no eus de Deus.
eu Começo o texto de hoje com uma frase que minha mãe falou: “por quê?”.

É um tanto óbvio que eu não sei os quês nem por quês. “do quê o porquê de quê?”. 
O quê do heroísmo anônimo de si mesmo. Assim como da obscuridade anônima.
O porquê de grandes derrotas, que sempre são grandes aos olhos do mundo, e pequenas vitórias, que nunca são tão grandes...
os dualismos, juízos, passeios pelo código penal, ontologias desclassificatórias, beatitudes inglórias, vãs oralidades, vãos adverte-mentos, vãos feminismos.

 

A culpa não é minha, mãe.
A culpa é do ser humano.


A falsidade de um juízo não pode constituir, em nossa opinião, uma objeção contra esse juízo. Esta poderia ser uma das afirmativas mais surpreendentes de nossa linguagem. A questão é saber em que medida este juízo serve para conservar a espécie, para acelerar, enriquecer e manter a vida. Por princípio estamos dispostos a sustentar que os juízos mais falsos (e entre estes os "juízos sintéticos a priori") são para nós mais indispensáveis, que o homem não poderia viver sem as ficções da lógica, sem relacionar a realidade com a medida do mundo puramente imaginário do incondicionado e sem falsear constantemente o mundo através do número; renunciar aos juízos falsos equivaleria a renunciar à vida, a renegar à vida. Admitir que o não-verdadeiro é a condição da vida, é opor-se audazmente ao sentimento que se tem habitualmente dos valores. Uma filosofia que se permita tal intrepidez se coloca, apenas por este fato, além do bem e do mal.
Trecho de 

Além do Bem e do Mal...









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