segunda-feira, agosto 05, 2013

 Dawn





Eu nunca conseguirei escrever tudo que passa na minha cabeça com ares de prosa com uma velocidade nervosa com que penso, mas tento assim mesmo. Um texto como esse é a continuação do outro anterior, mas não tenho tempo, pois penso no passado quero dizer que o que procurava com a ponta dos dedos não era mais um pedaço perdido de droga, mas a mim mesmo que você deixou sem chão. Simplesmente não entendi quando sai do hospital porque não quis encontrar comigo sendo que sempre fui eu mesmo, se você quer mudar esse que seu eu mesmo sendo eu assim tão desgastado como estou você deseja outra pessoa, mas acho que já disse isso. Minha bunda está doendo e um domingo essa hora é algo horrendo de ser na vida de um viciado em pedra que lembra a toa hora do passado e enxerga o futuro mais horrendo ainda. Vendo que não há mais jeito de sair da bosta juntar as cinza reavivar o que, mentiras! Não ajudam. Tudo esta falindo no mundo pelo ralo meus cabelos caíram mandruvá carralho, você deve estar dormindo. Faz seis meses que escrevo ontem tentei desacralizar esse merda de computador que me escraviza e tento a libertação e sento cheiro da vida vindo em minha direção enquanto você caminho noutro sentido, graças ao derivo santo espírito que que livrou da ingratidão de tenho que sair dessa digitabisseção transversal contínua e ABNTsecado.
fui...!

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