sábado, agosto 03, 2013

Junk

O Word não funciona mesmo, é uma pena. É onde busco sinônimos e que corrige meus erros. Coloca maiúscula nas frases e acentua as palavras sem que precise pressionar duas teclas. Institucionalizou a preguiça pra nos poupar tempo como se tempo valesse muito dinheiro. Tenho todo tempo do mundo, portanto sou milionário. 
Essa correção é mais ou menos eficaz. Sigo escrevendo assim mesmo. Tenho pouco tempo. Tempo desesperado. Tenho relações sexuais no teclado pra dizer qualquer coisa intensa. Quero dizer o que você nem superava em ler nesse espaço. Ou não. Devo ser previsível. Tenho as mãos suando. Apesar do gerúndio, elas suam. Tenho uma bolha de ar presa no peito. Aproveito isso quando toco flauta. Tanto nos graves quanto nos agudos. 
Sou um poema surrealista na sua infância hirta ignorância onde esteve meu dorso pelo meu corpo limitado fogo/ norma de amor te dei, homem de Apolo/ pranto de rouxinol alienado/ porém pasto de ruínas te afiava para os breves sonhos indecisos/ pensamentos de fronte luz de ontem/ índices e sinais do acaso/ mas a tua de cintura de areia atende somente rastros que não escalam. No deserto do barraco em passou o tempo pensando em nada e tudo ao mesmo esmo, para inúteis breviários literários. 
Tenho um irritante catarro preso na garganta. Os vizinhos dos apartamentos de baixo devem achar um asco, mas não ligo pras adjacências.
Não adianta, devo mesmo ser uma anta. Há dessas antas no Parque do Caraça. Animal raro de ser visto. Anta sendo acendo mais um cigarro. A anta é um animal que abeira os rios pra se livrar das moscas e carrapatos. É da ordem dos cavalos, meu signo no zodíaco chinês. É um bicho solitário feito eu. Tem hábitos solitários feito eu.
Tento entender porque, mas, sábios são os chineses. são dois bilhões de sábios. Lembro que o que não tem solução já está resolvido. Observo, sinto, acredito. Convicto segue sem lamento. Lamento que tenha sido assim.
Achei, muitas vezes, droga no chão da rua. Perdida, largada, esquecida por algum maluco noiado. Algum farrapo humano, algum pilantra mendigo, bandido, assaltante feito o negão cujo chucho chia vez em quando. Criaturas da noite, como diz Vinicius. Zappa tá me cansando.
feófito... Fibrila do.
Ando cansado de tudo. Não acredito mais no próximo. O próximo anda tão distante. Eu me distanciei de tudo. Meu sorriso é amarelo como a luz da Minguante. Minha goela parece um cinzeiro e espanta morcega no cio.
Cago-me pra o que acham disso tudo.
Em breve devo ir pra uma fazenda. Vou dormir às dez da noite toda noite, mil vezes seguidas e achar isso tudo bom. Não terei mais os dedos terrivelmente melados procurando no chão algum minúsculo pedaço de droga que eu noiado pudera possivelmente haver perdido. Pura noia. Delírio obsessivo. Meu coração bate oprimido. Meu peito tem uma bolha indicial que me faz fazer muito ruído, morro de medo, mas nem ligo.
Morrer é o mote do momento, me fez sentir fé no fiofó de Judas. Na forca que fiz aquela manhã de sábado. Prolongando meu erro não ter sido, prova de maior de incompetência e tentar o suicídio. Morro de arrependimento. Penso que depois de oito dias no Andre Luis, você foi o aperto fatal do cabo branco de internet que me faltou na hora do aperto que meu pai me segurou e minha mãe cortou com a tesoura.
Merda de Zappa que agora me neura. Merda de mais um dia que vai nascer logo mais. Merda de droga que não mais sacralizo, como você, como a mim mesmo, merda de excitação que sentíamos. Merda de tentar nos alcançarmos.
merda de dez mandamentos. Merda de homens vis, de comédia nefasta, grotesca, bizarra, sinistro me tornou uma barata e encontrei Hebe Camargo no Lixo da praça. Merda ratos saia do esgoto. Merda de Branco Mela merda de Arnaldo que rima Piu-Piu com Brastemp em propaganda de carro e sapato partirá de Deus merda de vida em que ambos eu acredito depois que superei meu medo de viver.
Pau de bosta daquilo que serei depois disso tudo agora escuto Pink Floyd, agora assusto meus pais com o dedilhado frenético no teclado de Hendrix que arranho com eus dedos de cera e a goela cera e o catarro de merda e a fuma no estômago e sons da sinistra reminiscência de seu Barrett merda demais num mesmo pinico, era do mesmo veneno. Merda nem vem merda em nos olhos de quem me lambeu demais merda com doce de leite caseiro, rima de setembro, com membro lambia lambia garganta profundamente, e doce e lento e erradio, catarro que não sai nem pelo capeta, dia de índio, marlboro jazz e cigarro, merdalix, merdalóide, dromerdálhio!
Tenho feito o que o mérdico mandou. Não tenho cutucado meu rosto. Minha merda de pele está secando. a Merda da pedra defecou no organismo. Fuma essa merda o dia todo. Digo porque pouco me fodo pro meu lanche pelado, sendo que nem como nem bebo nem canto nem falo nem durmo nem torço o rabo nem pinto o destino que delineava contigo antes a queda colorida dos ventos arredios, dos tempos perdidos no caminho de Swann. No Poste do Proust que vem vindo. Vendo enlatados relatos de horrendo mim mesmos.
Mercúrio terra disfarça que está Venus. Meus cabelos caíram por causa dessa merda, minha gordura foi-se embora correndo, meu tempo passou com rapidez abismal, o abismo te olha de volta pra quem não tira olhos, o abutre prepara o ventre olhando meus ossos no senso figurado, merda de você que não quis me ver depois de um trauma traumático traumatizado e dramatúrgico. Traga-me, fuma-me, me solta, acende cinza, e assopra, e evanesce em brasa que o dia nasce.
Vampiro não gosta de luz e me arrasto pra cama qualquer badalada. Soturna, diurna, pirolisado fulgente, coruscante, faiscante, aceso de sol, também se ergue, enquanto I lay down...
Tento escapar da manada alucinada de touros-problema, touro-enigma, que corre em minha impotência autoliterária. No leito decúbito minha dundum ventral no leito me deita, me afundo na sombra no guano de morcego, cabeça-seca, cachimbo, calango, gafonha, galo-enfeitado, guita, maenga, mata-cachorro, na imaginária cova de Nosferatu que jaz.
Alucinado touro-enigmático. E um telefone atirado na parede do quarto, e uma rosa retorcida no cabide do armário e até isso imaginário.
Allen de um beijo vazio esfumaçado procurar no dicionário, ginsbergianamente.
As flores são mais belas certos dias mais do que outros, e agora todas caíram das árvores e arbustos.
Nunca chegarei a casa daqui a dois meses, nunca olharei nos teus olhos, repentinamente e me entrego aos braços de Morpheus, biforme, before I cry, berbere, nômade, nomadismo, nos mil platôs.  
Digo, sua vida vai ser um inferno.  
Não porque estou nascendo nas trevas do labirinto de mim mesmo, que estou morto mais que sempre quase nunca, como estive. Vislumbra tua ignorância desde já nessa Epífise de fogo fátuo.
Porque quis ir ao seu encontro e seus não deixaram. que eu fosse e rompeste em lágrimas e juro que penso que tenho certo que és mesmo psicopata ou coisa parecida. Não sou mentalista, estou sem ar estou tento uma parada estranha que faz pensar num infarto ou cardiorrespiratória, sou jovem demais, mas vou indo pra onde satã querendo, saí exu analfabeto, que eu quero escrever mais um caso. Meu santo diabo. Meu anjo caído.
Meu teclado saudoso. Saudade sentirá, longe estarei quando estiver daqui um tempo, glória ao pacto que fiz quando deixei entrar na minha vida e agora me culpa por mim mesmo, pelo que faço, mas quem se/ me abandonou primeiro? D de Dedo.
De fato, na verdade, não á realidade, não conheço nada nem ninguém que cerca meu corpo e minha alma. Calma nessa Hora.
Preso estará como um demente, como um delinquente como um ditado esquecido pela noite dos séculos, na madrugada que fria-mente o dia vai amanhecer. vou quebrar essa linha de Dante, Vou partir De rizoma a filamento ao firmamento que não tenho soluço são nem Niet da mente sã feliz cidade já era. Repousa na potência exercida plenamente.
Nap für nay sere  quad für, o homer as tall as I should, my journey to dawn is a shame, me flame is a glow inside myself, my brian dissolves this words in this fucking white page, Nickolas cage is a graet anything. ich habe viele sweisse und was den? Ich hat ein geh liebt drunken frau
. Agora tenho que ir, agora tem que clonar meu pastelão. Postar esse texto antes do sol, pirar antes que venham me mandar dormir. A dor no peito do menino cristal. Sabe que você quem me matou. no atol de todas as mortes, o canto da ser eia caveira. Ulysses, pai, mãe, Deus, adeus, fui com paz nem tanto ódio, mas catarro ainda bolha de ar no peito, me deitar, espero acordar daqui uns putos. Lorca louco foi morto. Puta miséria humana. Humanismo Bizarro. 

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