segunda-feira, agosto 19, 2013

MUDO
Minha epifania mora nesse lugar. Quão?
Quão perto ou distante?
Agora estou solitário, sinto a dor incrível de estar sentado dias a finco diante dessa porra dessa máquina. Mas sei que vou como disse um dia quando na varanda do Maletta, ia vara com força, nunca tive voz, Adriana Godoy, infantil quer dizer aquele que não tem voz.
as vezes ainda hoje, param a conversa para me ouvir e retomam quando acabo. Acho que é por isso que tento desesperadamente tronar minhas essas palavras. Hey! Tento. Buscar buscar buscar
hoje ouvi outro desesperado, o James Douglas Morrison, sabe, não quero me lamentar, mas vocês, mulheres de mi vida, saem a procura de alguém que seja algo, um signo. Alem de mim, há um horizonte, a realidade, dura concreta, verdadeira.
eu moro num sonho, nas inúmeras trepadas esquálidas garçonetes, meu coração dói de lembrar Neal Cassidy, herói e Adônis de Denver,
três décadas se assaram.
todas elas se foram mulheres tolas. Buscam amor. Somente isso, assim como eu. Colocam a culpa na droga de droga que eu agora uso, mas que merda.
Essa droga foi tudo e vai ser meu mundo afim. Afora. Afora de mim, um foco, uninstall, grita Neil! Safadão, meu pau meu pau
mas que AL recomeçar? Que tal? Nem ligo mais se vocês me desculpam eu peço perdão por tudo
mas que letra é essa?
Que bom selvagem sou eu? Que comunhão com todo deveria no pretérito do feto simples d subjuntivo? Mas quem não me alcança me destrói me esbagaça e me ergo como o sol, com a cara ardida com a carapaça passa sal na
pá pu
itarararra
artaud
rarara
vaca
vavo
vocal
raro
eu queria ver a cara de quando eu lançava meu nome nos librinhos de poesia
fresquinhos fresquinhos
vou nascer de novo!!
! de novo!!!!!!!
c� � l , @? (d oro pesseguinho! Mas acontece que já não sabia mais amar. Acontece. A nossa filosofia mora no cancioneiro popular. Até os mais menos. Estou feliz na medida do quão. A medida é o tanto que cheguei.













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