segunda-feira, agosto 05, 2013


\\\\\\\\Super



Vou te deixar a par do que está acontecendo, acontecendo.  Excluir palavra repetida excluir hábito nefasto excretar substância química como eu devo? como eu posso? como eu faço?
Desaprendi a fazer tudo sob o efeito, desaprendi a fazer tudo sem veneno. [o hipertexto mandou que eu fosse lá correndo, Miles acelerou o andamento] só um momento catando letra com os dedo, pronto, retorno o andamento depois de trago, tenho vontade de botar um borro bater um barro desde cedo, mas esfumacegar prefiro corro subo cu  oprimido de novo nunca fui estatatetretico como nesse conjunto de morfinize atóxica como hoje prefiro a coisa com poefitóse na praça onze vivi um dia na galeria Chaves com meus amigos, Andre Góes, poeta e dramaturgo que encontrei perdido em Tomé, das letras, menino-ou-menestrel, profundo introjetado Blake intelectual sem lismo, carisma sem má tico que é muito acentuado e Tonico por incidência fonética simbólica, pensava ser a reencarnação de Rimbaud e dizia que o peta, que inovou e transformou (em forma e estilo) a linguagem do século dezenove pudesse ter escondido em África onde passou muitos anos contrabandeando escravos. Conheci toda historia através de André. Escravos que queriam ser comprado dos Arthur parra carregar armas através do deserto, a libertados depois disso. Andre também queria ser liberto.
Morgan, um místico conhecer de aparições extra-planetárias, uma clave de Sol tatuada no pescoço, tocava flauta transversal, ocupava-se de leituras enigmáticas como Madame Blavtsky e os teólogos russos, Carl Sagan e Krishamurtti, e outros mais que não me lembro. É bom lembrar o tempo. A morte revive no passado, dos meus convivas planetários. Henrique, o último do grupo, passou a infância na casa de Abravanel (o Silvio Santos) seu pai maior comunicadores do Brasil acorda o Rio de janeiro, budista por formação, fez um poema que não me esqueço

o cheiro de rosas bancas
Pairava pelos ares
vivia tudo isso
na Praça Raul Soares 

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