quinta-feira, outubro 31, 2013

mater saeva cupidinum




Uma enigmática vitoria crispada de perguntas e problemáticas. Depois de tudo, de dores e males, tais têm a história do grande Self. É tanto uma doença que pode destruir a primeira erupção da força e da vontade de autodeterminação, auto-avaliação, essa vontade de vontade de ser livre e quando a doença se expressa nas tentativas selvagens e extravagantes, é demonstrado na frente de si mesmo, seu domínio sobre as coisas. Vaga cruelmente com uma fome insatisfeita, que captura a emoção perigosa. Deve expiar-se o orgulho destruir o que o atrai. Como o riso mal se volta para o que se encerra escondido, coberto por qualquer modéstia, de ver a aparência das coisas, quando as invertemos. No fundo da minha agitação de vagabundo é como e sem rumo inquieto destino para guiar-me, como em um deserto é a questão de uma curiosidade cada vez mais perigosa. Não é possível subverter todos os valores? Que bom é algo errado? É tudo, em última análise, talvez uma falsa? E se estamos enganados, não é exatamente por isso que somos também enganadores? Será que inevitavelmente também enganam? Esses pensamentos levam cada vez mais longe, cada vez mais perdido. A solidão e uma temível deusa que me envolve e me circunda, sempre ameaçadora, estranguladora, cortante esta terrível deusa cada vez mais envolvente, mais asfixiante, mais opressiva, mais avassaladora, mas quem sabe hoje o que é solidão?

Um comentário:

Francisca Aparecida Lopes Bello disse...

hoje como nunca self e fashion
glamouroso. perigoso.mostrar-se.é só.belo texto e como é contemporâneo no que trata