sexta-feira, novembro 01, 2013

Caio in-box

Carta aberta para Lola, para os poetas, escritores e artesãos.

Fuck it, Lola. Deita. No início do nosso big love asshole, Eu lírico vidente, nada mais que contemplo a visão metavisão e antiladysmos, ai, mete lolla mete. E não tem nada a VER com futuro ou expectativa, é o princípio, o jus, (não o justo) mas o que antecede, pois prevê]. E cotidianamente amorosamente, cada dia, cada junção, cada pequena morte, cada gozo molhado no vazio escuro do quê alguns xingam de alma.

Faço do sangue fel romântico para a vida. Morte do pai, o que dizer, Lollaa, essa flor ainda viva atropelada, dama sem calcinha da madrugada, ama do gosto cruel linfático! só os poetas morrem vívidos!

E há quem diga que literatura não é arte. É algo MUITO MAIOR, nós os escritores, desprezamos, pois que a arte é moldada pós nós, como princípio. Molda a arte plástica (o molde) contradição arredia poética. Você sabe, Lollaa, primeiro vem o pensamento, que é em si, literário, e se concreta, mas o que fica mesmo é invisível, poético.

Não podia quebrar o anterior estabelecido já que não havia um outro caminho, embora mapas e convites sem endereço. Há medida, ou à medida do desmedido e toda incompreensão. É aí que creio acredito vejo no romantismo como potência. Não como ingenuidade e lamento ou busca nostálgica ou como defesa de algo vivido e revivido como trauma.

Tolos preconceitos e esteriótipo. Definições razas que rondam os significantes. O que se salva é o que se salva.
continuo sendo romanticore porque acho mais hardcore. mais potencialmente jovem Y auto.destrutivo Y humano. É o duro estado ereto do núcleo caótico de ver sempre o sublime/belo como primeira vez sempre!

Caio Campos

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