quarta-feira, dezembro 25, 2013

che arrivare

che arrivare


Volto a entediar-me, mormente com as coisas fúteis lendo Tchekhov. Absolutamente neutro aos seus relatos enfim. Perco-me nas palavras duplas perco-me na sua artilharia. Nem sei como defender-me... se vem pelo uma granada de mão (que tampouco vai me atingir) ou uma sorrateira pilha de nada, reclamando da pura estúpida múltipla nudez e nossa rouca chula mudez brincando sozinho somos ilha, em poucas troças e muitas doses. Se velho disser - nem devo ir por isso desejo, desejo, desejo viver. Saúde! o golpe, de volta para a praia quando pensava que estava indo pro mar. cuidado! você navegador pensa que vai com segurança, que agora só depende de você? calma nessa dança a malandanza um dia te alcança e vai castigar seu acordo e quebrar seu castigo com Dádá. Serpentear com as mãos e os pés frios as mãos e os pés pescoço como a locomotiva de Denver. Correndo nas sombras do sol no barco devir congelante. Não vou aguentar qualquer solenidade até que morte nos separe no amor ou na tristeza na saúde ou na dor na crise ou nA Obra no Café no posto na rua e de mochila nas costas. Ciao banbine io me parto che arrivare en la terra mia sono bizono.

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