quarta-feira, março 12, 2014

Junk

E me perguntou, naquele dia qual ritual eu fazia. Não respondi de novo. Próprio das lágrimas de cinza e reservado as minhas mãos, sujas de fogo. Conflagrar que me é devido. Revelar o quão da minha epifania. Escrever cem vezes a mesma madrugada, em diferentes repetidos erros. Chorar até que venha a luz da manhã em busca da nova filosofia. Perquirir o problema em desmazelo, até tê-lo. Até envenenar-se do seu próprio encanto. Meus sóis...

Nenhum comentário: