segunda-feira, agosto 25, 2014

A poesia que escrevo nos teus olhos







A essa hora os ruídos somem. Lembro o calor do seu fogo que me consome. Pensando em mim como homem. A poesia que habita seus meus olhos. Agora tenho certeza quando não tinha. Aquela noite... Noite brilhou. A lua estava cheia. Sentamos sem saber, sem luzes. O sentimento era disperso, a mão em mim tremia. Como nos tempos coração para as suas músicas. Cantei até o amanhecer, em lágrimas exausto, e, o que você é um - o amor que não há em nenhum outro amor. Assim eu queria viver, de modo que o som não houvesse caído, como você pode não o suficiente a eternidade...

permanece

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