quarta-feira, setembro 17, 2014

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E destruiu o ego, e diluiu relevos incontáveis quando não a viam. Terra proibida. Também destruiu as plagas deste meio onde caminho. Devastou e depois, comiserou-se pelo sonho de céu, com sua miséria humana. Em nome do pai, da mãe e da criança. Ela fez. Ela festejou tijolo por tigelas do folguedo. Então desenhei meu céu em cada página dessa dança. Ela ele ela e a mazzia. Foi fogo fátuo da macumba. A taça de leite santa ela causa. Orgulho, loucura sana, um gozo sem cérebro dínamo. Desceu à metade da matança, dementada. Às letras e ecos de tantos tantras. Sem piedade roubou meu sol de cada dia. Sem omnia. Todo desconhecido é considerado maravilhoso. Ela soou singular.

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