quinta-feira, outubro 16, 2014

lágrimas de vidro





lacuna no charme
categoricamente

adornar-se com listras
luz e poções pântano
visitam removidos
combinados com a morte
basta querer
tacitamente se render
domar a inadequação
diversos logarítmicos
pequeno pobre broto estampagem
líquido laudatório
cobra, sapo, mulher&marido

da arcada dentária

vive sua
indiferença
e a mente calma

atuais

preferem mudanças
que
em casa não mora

repressão de pensamentos sobre autodomínio
folhas de esquecimento e violetas ferozes
o rei, azulejos e galos de esmalte
paredes brancas desiguais te protegem

no esquecimento
relampaguear
silêncio de palavra

coleópteros e uma
ratazana genital
coelhos mortos
tartarugas em terracota

bolotas
duplo pulo do pato
momento pontual e
sinais da aurora

se preocupar o próprio preso supõe supondo pressa
rapidamente corrigir os erros, dedos cruzados rangendo o enredo
inserindo um modo de sobressaltado no período compreendido entre dias da demora
E esquecendo a vacuidade, o “não nada”, mas a real natureza dos fenomenológica
Verdade última e natureza última são a mesma, da mesma forma
É preciso ter calma
no fim dos tempos,
a mesma mola propulsora e uma maçã da madrugada
reflexiva e verde como o azul celeste, o animal, a pele, a peste
e a Boceta-de-Pandora,


e agora o tamanho do calor
aspira receitas no estrangeiro, em estrangeira terra
mas consciente, conscientemente
agonizante e autodidata
doutrina um conjunto de medidas,
o paganismo, o câncer de outra mediocridade auréola
em ambos os lados do meio acendem-se intempéries
colchetes fenomenológicos de compensação e nunca sempre será como 

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