sexta-feira, maio 22, 2015

pensando como se dá o problema da análise pós estrutural...

 
 
 
Há um descompasso aparente que aparece e desaparece na articulação desses códigos na cena, no meu cenário mental, pois existe um elemento não visto que dialoga com essas codificações anteriores...
Quais?
Então é justamente nesse aparente descompasso que surge a informação, da descodificação desses códigos disparatados envolvidos na composição. Toda a ‘condição humana’ na vida contemporânea é explicitada cruamente ali: um animal meio que à beira de desaparecer, mas praticamente alheio a isso
A sensação dessa fragilidade, de que alguma está em descompasso, rompendo-se
sob todos os aspectos, opõe-se ao teatro da representação, teatro que não deixa subsistir a identidade de uma coisa representada, de um autor, de um espectador, de um personagem em cena, qualquer representação que possa vir a ser objeto de uma recognição final ou de um recolhimento do saber, problemas e questões sempre abertas, levando consigo o...
movimento real de uma aprendizagem de todo o inconsciente, cujos últimos elementos são ainda o problema...

2 comentários:

Gustavo Alvarez disse...

A imagem do acordo discordante parece interessante para expressar uma característica paradoxal...

Pedro Lima disse...

e a dialética que insurge dos acordos? tensão constante, sem mediação: puro encontro e sinergia, sem tempo pra durar...