segunda-feira, agosto 24, 2015

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Ou melhor, never more... never more. E se não houvesse os carteiros o que seria dos emails? Eu não tive e não tenho condições de te dar uma “vida melhor”, vaca das divinas tetas. Você engrossa a massa, ou a transforma? Você acompanha a lenta e arrastada evolução da produção acadêmica, ou ajuda a acelerar a sistematização, problematização de execuções de técnicas sistêmicas de produção acadêmica? Na realidade, salvo o sentido relativo de realidade, se você arrasta, protela, procrastina, delonga o pensamento, a capacidade de raciocínio humano, seja ela de qualquer maneira loquaz e absurda, cinematográfica ou tecnológica, somente em benefício da inserção acadêmica, você já está de lado nenhum em um lugar comum. É como bater carimbo, selar cartas. A marcha estradeira por um oficio medíocre e tolo e no fim das contas, acho que vão me apedrejar por isso. Apontam o dedo e apedrejam mesmo, mas meu dedo tudo que toca sai faísca. Não acredito em você, nas coisas que diz, no seu tom de voz. Acredito sim, na sua mentira.

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