quarta-feira, setembro 30, 2015

coisa sem sentido



Uma frase veio à tona. Pulou, escapuliu, me fez pensar. Fez-me entender outras frases que já haviam sido ditas. Somente hoje eu compreendi o contexto. Agora tenho a quem matar com a minha indiferença. Hoje deixo de ser indiferente a mim. Vou comer um prato feito no mercado e à noite tomar uma cerveja no Aquarius e pedir um tira-gosto, sentado no enorme balcão que abriga todos, sedentos e famintos. Ver o Jornal Nacional. Depois de pagar a conta e dar um adeus vespertino, vou andar até a esquina e comer um churrasquinho de gato, trocar umas ideias com o baiano velho, aprender um pouco.
Aprendo muito sobre a natureza humana. Os próprios da mulher e do homem. Parece que se refestelam em si. Eu me pergunto de onde vem essa força. Então, com uma pergunta enigmática qualquer, eu vou pra cama, pensar um pouco, enquanto algum filme idiota passa na TV, sem som, no mudo.




Nota se fim...

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