terça-feira, setembro 22, 2015

Tanto tango trago em ti





Dos gardenias para ti
Con ellas quiero decir:
Te quiero, te adoro
mi vida
Ponles toda tu atención
Que seran tu corazón y el mio
Dos gardenias para ti
Que tendrán todo el calor de un beso
De esos besos que te dí
Y que jamás te encontrarán
En el calor de otro querer
A tu lado vivirán y se hablarán
Como cuando estás conmigo
Y hasta creerán que se diran:
Te quiero.
Pero si un atardecer
Las gardenias de mi amor se mueren
Es porque han adivinado
Que tu amor me ha traicionado
Porque existe otro querer


A cabeça cheia, a cabeça vazia... devo dormir ao teu lado, mas não posso mais. Tomo uma chuveirada e estou guardado pelo sol. Novo quintal, novo bairro perimetral, mesmo sol. Tudo é novo, tudo de novo. Oriento-me de dentro para fora e localizo-me de fora para dentro. A doce, lenta e calma percepção do mundo ao redor. Vejo as estrelas. Às vezes choro. Quão distante está você agora? Acho que apenas dentro de mim, ao menos dentro de mim. Achar essas minúcias da vida, do caminho, das águas, ventos e sentimentos e a noção que tenho de mundo agora. Dor, amor, solidão. Então tudo se acalma. Meu corpo, minha mente, alma.. Começo um novo que se expande aos poucos e tento acampar nesse novo e me deixo guiar. E o horizonte cresce a cada passo, a cada palmo, a cada pedaço de esquecimento...


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