sábado, setembro 03, 2016

desertos


Meu pequeno deserto me espera, ou desespera, quem saberá. No deserto sou servo e sou deus. Sou um verme, uma pequena larva, um protozoário, uma bactéria, um pequeno Nada. Assim, dessa combustão, uma parte do Todo se ilumina. Aqui eu não entendo as falas. Lá, as falas são sinais. Aqui, estou morrendo na ponta dos dedos.

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