terça-feira, setembro 13, 2016

lugar nenhum


Vivo na beira da estrada, um andarilho. Sinto-me vivo. Ouço o ruído dos carros e caminhões indo e vindo. Onde será que eles vão? São tantas as alternativas passando por onde estamos. Imagino. Quero ir também. Não me sinto bem. Sinto-me só. E na baixada, sinto-me cada vez mais só. Enquanto o calor aumenta e o tempo passa, ainda mais só. Muito sol, muita solidão... Incrível é que eu nunca chego a lugar nenhum.

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