domingo, julho 15, 2018

Vinte e duas e quantas



Não adianta nem tentar dormir agora. Todo domingo tem esse bailão que vallha-me-Deus- Nossa-Senhora. Até decorei (incorporei, na verdade, as batidas do baixo).

Um, um dois três, um dois três, um dois três...

O espaço do pensamento sem imagem. Pluralista, trágico. O espaço da imagem do pensamento. O sublime é um acordo produzido pela discordância. Um duplo sem semelhança. O Tempo é uma imagem imóvel do eterno.

Pensando assim eu quase durmo. Uma lógica sem racionalidade. Mais um café e um cigarro.


Nenhum comentário: