domingo, agosto 19, 2018

meu pai-menino

esse acima 



E que destruiu o ego e diluiu relevos incontáveis como quando quão não a viam. Terra proibida. Também destruiu as plagas desse meio caminho. Devastou e depois, comiserou-se pelo sonho de céu com sua miséria humana. Em nome do pai, da mãe e da criança. Ela fez. Festejou tijolo por tigelas do folguedo. Então desenhei meu céu em cada passo dessa dança. Ela ele ela e a mazzia. Foi fogo fátuo da macumba. A taça de leite santa que ela causa. Orgulho, loucura, ancestralidade. Desceu à metade da matança, dementada. Às letras e ecos de tantos tantras. Sem piedade roubou meu sol de cada dia. Sem omnia. Todo desconhecido é considerado maravilhoso. E ela soou singular.
 

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