sexta-feira, janeiro 24, 2014

vagabond





Agora somos três. Meu pai, minha mãe e eu. E ou, então seja, jê suis a vagabond. Eu sou um vagabundo. Estou na área onde vejo o espaço vertical. O céu silente conduz as nuvens à meia luz do poente. Ontem você sumiu. você sumiu. Bebi cada gota de garoa que se embebeu de mim também, e além da tempestade, chovi durante horas seguidas essa chuva cinematográfica, cada personagem assume seu vilão, digo, papel. Não é, Pepe? A caneta verte sua tinta e o papel a retém como convém. Um barco bêbado de quem, Yves? Pegar leve, se essa era a proposta. Alguém ma nu faz alguém sou eu. Nem amanhã, nem hoje, nem ontem. Hoje, o amanhã dos que não tiveram ontem. Hoje, o ontem de uma
manhã, ou vice-versa. O entardecer tem pressa e o sol já se pôs no azul lilás. E o céu sibila sonhos de talvez, e despeja sobre mim um simple past .



Alors que l'homme vit. A tout moment, le vagabond

Nenhum comentário: