quarta-feira, agosto 17, 2016

Agora escrevo em folhas soltas



Não tenho mais caderno. Não quero mais uma sequencia determinando, a punho, a ordem das palavras. Ainda sigo as regras, mas essas virtuais, também são folhas soltas. As nuvens, como dizem. Quero mais quatro linhas, nada mais. O que vejo hoje é o inverno que não foi como eu pensei. Começo menos um ano. Começo mais uma vez. Espero um inverno melhor. Vou fazer diferente, e vir fazendo o que fizer. Há muito tempo tenho estado só. Mas... O ato mais sublime é colocar outro à sua frente.

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