quarta-feira, setembro 14, 2016

memória distante


O que mais me dói de tudo isso é não ter a menor notícia sua, já fazem muitos anos. E saber que você existe, e lembrar que você está viva. Viva na minha memória e eu não posso fazer nada ontra isso, nada além disso. Eu não tenho amigos, não tenho ninguém. Vivo sem compromisso. Há quatro anos não consigo sorrir. Desde que você se foi... Tento sincronizar as coisas, enquanto tudo anda desorientado. Ao meu redor, muita confusão e pouca esperança. Outro cenário. Eu nem faço parte das suas memórias mais. Não faço parte da sua vida mais. Sou... uma memória distante.

2 comentários:

francisca aparecida lopes bello disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
francisca aparecida lopes bello disse...
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